quarta-feira, 26 de março de 2014

Reestruturação não, Ressurreição sim!


Este governo não acredita nem quer ouvir falar de reestruturação da dívida. Já quanto à ressurreição são crentes absolutos, como se percebe neste aviso publicado em Diário da República, para que a Nação e os seus súbditos sejam devidamente informados das crendices governativas.

Notícias sobre o fim da impunidade

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Há tempos,  Paula Teixeira da Cruz garantiu  que, com este governo, tinha terminado o tempo da impunidade. Esqueceu-se foi de dizer que com este governo começou o tempo da cumplicidade
Entre o PR que em 2011 incitou as escolas privadas a saírem à rua para exigir dinheiro ao governo Sócrates,  e o governo de Passos Coelho posto em S. Bento por Cavaco, para cumprir a ordem de dar dinheiro às escolas privadas e outros vigaristas nomeados por Cavaco. 
Nada de estranhar. Cavaco conhece bem os vigaristas e  até está habituado a convidá-los para os seus governos e depois receber dinheiro deles.

A terceira via

A terceira via terminou num encontro com a direita, num beco sem saída. Mas Blair  sabia muito bem onde ia...
Socialismo de mão estendida- Baptista Bastos

Os requisitos

Portugal cumpre requisitos para passar na 11ª avaliação - garante o presidente do Eurogrupo.
Também há escolas onde os professores, para se verem livres de alunos que causam problemas disciplinares, os passam de ano administrativamente, só para se verem livre deles...

Anglia Fascinante



Anglia Fascinante

Nos idos de 60, este automóvel era conhecido por "Ora Bolas". Visto de frente era bonito, mas quando o víamos pelas traseiras um verdadeiro horror, o que levava as pessoas àquela exclamação de frustração.
Na nossa vida política actual, Tozé Seguro  faz-me lembrar o velho Anglia Fascinante.
Fala, fala,  promete, mas... não se compromete. Garante que com ele não haverá mais austeridade, mas nunca diz se irá repôr os feriados, ou o horário de 35 horas na função pública, por exemplo. Ou se irá acabar com alguns municípios. Ou... ou... ou...
Mas quando Seguro pede ao TC a inconstitucionalidade de salários e pensões e depois afirma que, se for governo em 2015, só as reporá gradualmente, então é legítimo perguntar quem é que pretende enganar.
Cada vez mais me convenço que aquele encontro de segunda-feira entre Passos e Tozé não foi só para verem juntos o jogo do Benfica e que a divergência não é tão insanável quanto Seguro nos quer fazer crer. Depois das legislativas ( ou mesmo antes...)talvez fiquemos a saber que insanável é sinónimo de irrevogável. Ora Bolas!