quinta-feira, 20 de março de 2014

A verdade é esta...

Com os dirigentes europeus que agora estão a  conduzir a Europa para a desagregação, o Portugal de Salazar teria sido aceite sem qualquer obstáculo na CEE. Portugal seria considerado pelos actuais dirigentes europeus uma democracia evolucionista, como a Ucrânia. Apesar de Salazar nunca ter sido eleito numa praça, através de votação de braço no ar...

Hoje tive uma ideia à Pedro Lomba

Foi assim como um vipe. Quando acordei, lembrei-me como poderíamos aprender com o exemplo da Crimeia e evitar a ameaça de Cavaco à moda Bella Guttmann
Se o Putin garante  que defenderá os interesses dos cidadãos russos na Crimeia, o Pedro Lomba poderia aplicar a sua ideia de importar jovens talentos, restringindo-a a cidadãos russos. De seguida, importava bebés russos  para rejuvenescer a população e mulheres russas solteiras ou, pelo menos, descomprometidas e em bom estado para procriar.
Dentro de uma década, poderíamos ter mais crianças russas do que portuguesas e nessa altura pedíamos à Espanha que nos invadisse mas, logo que as primeiras tropas atravessassem as Linhas de Elvas, telefonávamos ao Putin, reclamando a sua intervenção em Portugal, para defender os cidadãos russos. E pronto, estava feito. O gajo chegava cá, pagava-nos a dívida ou mandava Merkel receber ao Totta ( ou ao Jardim Gonçalves, que vai tudo dar ao mesmo) e nós  recuperávamos o poder de compra e viveríamos felizes para sempre.
Sempre era melhor do que ter os troikanos por cá a chatear-nos durante mais 20 anos ( pelo menos como diz o Cavaco)  ou mais, pois a mim cheira-me que os nossos netos, daqui a 50 anos, ainda vão culpar o Sócrates por nos ter metido nesta alhada. E se alguém lhes disser que a culpa foi do Cavaco eles vão perguntar " Quem é esse gajo?"

Só um cego é que não via...



"Os suspeitos do costume abriram a Caixa de Pandora. Lá dentro encontraram o original do Tratado de Lisboa. Estava amarrotado. Pareceu-me, ao espreitar por um rasgão do papel de hipocrisia em que estava embrulhado, que corava de vergonha".
Hoje recordo-o, por causa da Crimeia. Talvez em breve volte a invocá-lo. Depois dos referendos na Catalunha e na Escócia.