quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Ora vamos lá ver se nos entendemos...

Depois de escrever isto, devo um esclarecimento aos leitores.
Para ser sincero,  preocupa-me  bastante mais a privatização da EDP, da REN ou da EGF, do que a venda dos Miró.
É que água e electricidade são serviços públicos essenciais que não aceito, em circunstância alguma, ver nas mãos de outros países. 
A venda ao melhor preço destes serviços de interesse estratégico para qualquer país, demonstra que quem nos governa é ignorante e não enxerga as consequências que daí poderão advir  num futuro próximo. 
A venda dos Miró  demonstra que quem nos governa é inculto e mais burro que um cepo; vender ao desbarato ( há uns anos as obras estavam avaliadas em 80 milhões e o governo esperava obter agora apenas 35...) significa que quem nos governa também sabe governar-se.
A venda dos Miró ter mobilizado as pessoas , não me surpreende... o que me intriga é não ter havido reacção idêntica em relação à privatização de interesses estratégicos para o país...
E chega de Miró. Ponto.

A arte é uma coisa subjectiva... pois... e coiso e tal...


A propósito da discussão sobre os quadros do Miró, lembrei-me de uma cena passada há uns anos na ARCO em Madrid. Fui procurar no You tube e encontrei.
A caixa de comentários é vossa...

Última hora: as praxes na Universidade de Verão da JSD!



Fonte normalmente bem informada, confidenciou-me que a praxe é uma prática comum na JSD desde longa data.Se durante muito tempo o objectivo dos jotinhas laranjas era incutir nos neófitos hábitos de cleptomania e fomentar o desprezo pela Lei ( constata-se o sucesso desta praxe quando olhamos para os membros do governo), nos últimos tempos  têm-se dedicado a actividades mais radicais, como obrigar os praxados a dispensar alguns órgãos. Hugo Soares, por exemplo, dispensou o cérebro e agora faz aquelas figuras tristes sempre que abre a boca...