quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Porque não te calas?

Aquele senhor de azul que habita em Belém à custa dos contribuintes resolveu opinar no caso Miró. Como não estava a comer bolo rei, obviamente saiu asneira. Então não é que ele acha  a denúncia de uma ilegalidade cometida pelo governo é uma arma de arremesso político?
Compreendo que , quando se fala do BPN, o sr Aníbal saia em defesa dos seus amigos que tanto dinheirinho lhe meteram no bolso  mas, neste  caso, está a dar cobertura a gente que delapida constantemente o património de todos os portugueses e, pior ainda,  fá-lo sem critério, sem transparência e atropelando as leis em vigor. 
Não há pachorra para aturar tanta imbecilidade!

Rasgar as vestes

Quando Mia Farrow acusou Woody Allen de pedofilia, enfileirei no grupo de descrentes que torceu o nariz. Aquilo era despeito de alguém que se sentiu rejeitado e resolveu vingar-se. Não defendi essa teoria apenas para fazer coro com os meus amigos que, como eu, veneravam WA. Defendi-a  porque, pelo meu divã, passaram vários casos de mulheres enjeitadas cuja capacidade para engendrar histórias rocambolescas sobre os ex ultrapassavam muito a minha capacidade onírica. 
É por isso que hoje, ao ler esta notícia com as acusações da filha, continuo a acreditar que WA é inocente e está a ser vítima de uma maquinação. Sabem porque é que mantenho a convicção da inocência de WA? Muito simples...  a acusação da filha adoptiva surge dias depois de WA ter recebido o prémio Cecil B. De Mille. Há coisas que não se revelam aproveitando ondas mediáticas positivas da figura que se quer visar. Leiam a notícia com atenção. Não é preciso ser psicólogo para perceber que ali há muita neblina discursiva. Motivada, quiçá, por algumas exigências que não foram aceites por WA.
Obviamente que não rasgo as vestes em defesa da minha teoria, mas que ela tem pés para andar, não tenho dúvidas. É um saber de experiência feito que me aconselha a ser prudente nesta matéria. Antes de apontarem o dedo acusador a WA, levem Mia e a filha ao divã, se faz favor...

Emigração continua a aumentar

Viagem ao futuro: eu amo a violência doméstica!

Qualquer pessoa atenta ao que os representantes das juventudes partidárias do arco da governação ( o realismo  macabro desta expressão deixa-me deprimido, mas não há nada a fazer...) vão dizendo quando lhes dão tempo de antena, fica de pé atrás e interroga-se: mas é para defender esta gente oca, seguidista, parasitária, preguiçosa e sem um mínimo de respeito pelos mais velhos, que o governo anda a roubar reformados e pensionistas?
Os mais optimistas responderão que os parasitas  das jotas são apenas uma pequena percentagem dos nossos jovens, que a maioria é responsável, etc. etc. etc. O pior é que depois há sempre alguém que lhes exibe esta pérola e dá mais um rombo no optimismo reinante em relação ao futuro 
Num futuro próximo, estas piquenas que amam a praxe também vão amar a violência doméstica; os grunhos que defendem que ser humilhado é um direito, vão pensar que também têm o direito de violar e/ou matar as namoradas quando forem rejeitados por elas mas, pior do que tudo, na vida laboral esta  gente via sentir-se no direito de praxar os seus subordinados, condenando os trabalhadores  a baixos salários e eliminando-lhes todos os direitos. Será uma nova versão do interesse nacional com que este governo procura desesperadamente legitimar todos os atropelos à Constituição e a qualquer Lei que imponha travão à sua prepotência.