segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Redacção: a Cabra


 O DN foi o viveiro onde o então líder do PSD foi colher o maior número de jornalistas venerandos. Tão descarados no apoio ao grande líder, tornaram o DN numa célula do PSD. A todos Passos recompensou com lugares  em gabinetes, direções gerais,  institutos públicos e, em pelo menos um caso, com um lugar de secretário de estado.
Eva Cabral, jornalista do DN, foi  contemplada por Pedro Passos Coelho nesta tômbola, com um ligar de assessora. Na semana passada foi aos Açores e protagonizou esta cena que o Expresso divulgou:
 Via Câmara Corporativa
 Se Pedro Passos Coelho  fosse minimamente educado teria começado por pedir desculpa ao motorista e logo de seguida exonerava a assessora.
Se Eva Cabral tivesse um pingo de vergonha nas trombas, teria posto de imediato o lugar à disposição. Não o fez, porque as cabras dão-se bem no meio do gado

11 comentários:

  1. Cabra é favor! Já tinha lido esta notícia e fiquei revoltada!

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  2. Nunca pensei assistir a tamanho retrocesso na sociedade, não tanto pela "cabra" mas muito mais pelo silêncio cúmplice dos responsáveis governativos e como dizem nuestros vicinhos: no se pasa nada!

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  3. Carlosamigo

    Conheci Eva Cabral e não me admira o seu procedimento nos Açores; há gente, digo, "jornalistas" para tudo. E também não me admira o silêncio do "poder": é o que se chama o silêncio do cemitério (no singular deste singular caso...)

    Abç

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  4. Eva Cabral faz-nos um favor: desmascara a má-educação e a arrogância da quadrilha que , através de mentiras e calúnias, chegou ao Poder.

    Agora ninguém pode dizer que vai votar enganado em Passos !

    Boa semana, amigo

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  5. Eva já fez pior. Desde que deu a maçã a comer ao outro, ficou assim, uma despudorada com sabor a cretina.
    Coelho não ouviu nada. Na altura, tiinha os auriculares colocados no sítio e estava a ouvir uma gravação da sessão da AR, rindo-se da mesma.

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  6. E se fosse o motorista a ter tal atitude???????
    Pois era demitido por justa causa, certo?
    Bastava fazer o mesmo.

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  7. Meus caros amigos:os tempos que correm,são mesmo tempos de revisitação aos idos dos Cabrais.Não morre ninguém?Não há bestas humanas a voar pelas janelas de um qualquer ministério?O reino tornou-se feudo de um bando de salteadores?As instituições,a Lei,a Cidadania,o Sentimento Colectivo de Indignação e Revolta emigraram para parte incerta?Tudo bem,continuemos a dar a outra face e um dia destes estamos a maioria de nós,novamente,a andar calçados com Soletas,remendadamente vestidos e um documento na carteira a autorizar-nos a usar isqueiro em público.Até lá,voltemos novamente a fazer muitos filhos,para as novas fábricas e campos agrícolas poderem voltar às jornas do sol a sol a troco de migalhas no dia a dia e almoço de domingo melhorado com a garantida sardinha na mesa a alindar a toalha aos quadradinhos e o Paizinho a proceder à sua repartição por três boquinhas.Nos dias de festa,entoar-se-á o glorioso hino da mocidade portuguesa!

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  8. Foi nos Açores...pois é , com tanta vaca por perto , baralhou-se.
    M.A.A.

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