segunda-feira, 13 de outubro de 2014

À sombra de um(a) azinheira



A ascensão de Costa coincidiu com o regresso de Manuela Moura Guedes ao espaço do comentário, algo que ela já não fazia desde os tempos da TVI , quando se disfarçava de pivot no Jornal da Má Lingua   Nacional, para atacar Sócrates.
Poderia ser coincidência, mas no sábado a revista do Expresso publicou uma entrevista com MMG, em que ela garante que nunca teve intenção de fazer mal a Sócrates.
À noite, foi a convidada do seu grande amigo Nuno Azinheira que  estreou, na RTP Informação ( também não há coincidências neste convite) o programa "Ainda Bem que Vieste".
Durante a entrevista, revelou que quis ser freira. ( Certamente por falta de vocação, acabou na Barca do Inferno)
São duas entrevistas que pretendem reabilitar uma das personagens mais sórdidas na perseguição movida a Sócrates.
Não é por acaso e não há coincidências. A comunicação social afecta ao governo, na perspectiva de uma derrota de Coelho nas próximas legislativas, prepara o regresso de uma das figuras mais sinistras do jornalismo português, para atacar o novo líder do PS, com a sua imaginação prodigiosa para inventar notícias.
Esta canalha não dorme!

10 comentários:

  1. Pois não, não dorme. E até são inteligentes, e têm ao seu dispôr uma máquina bem oleada de especialistas de marketing, de psicologia de massas, de advogados, capazes de todas as manipulações e trapaças - e coisas piores!Nós esquecemos isso com frequência e menosprezamos as suas capacidades de esquecer a ética e a honestidade...

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  2. Vi o Barca do Inferno, por curiosidade depois de ler uma referência num post e concluí que a MMG ESTA PIOR!!! chocou-me a atitude dela para com as outras comentadoras, não percebi se estava lá como comentadora ou para dirigir o programa ?

    Por outro lado julgo que aquilo pretende ser uma cópia de um programa a TVE, "Amigas y Conocidas" que passa entre as 12 e as 13 h , onde 6 senhoras de todas as áreas falam de coisas sérias da actualidade a rir, excepcionalmente convidam um homem ... UM SUCESSO.

    A única que me pareceu ir nessa linha foi a Marta Gautier ... desistiu, fez bem.


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  3. Esta criatura é uma infâmia...o pior é que não é única !!

    Boa noite, Carlos

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  4. Entre a senhora da foto e o Sócrates, venho o diabo e escolha, Carlos.
    Eu jogo X

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  5. Eternizou-se a perseguição a Sócrates que segundo consta foi o responsável do seu próprio nascimento.
    Manuela M. Guedes não me merece uma palavra.
    Marta Gautier, como veremos dentro de pouco tempo, não desistiu. Fait la liaison.

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  6. Não vejo, nem ouço esta fulana, seja em que circunstância for. Haja sombra, ou haja sol. Não percebo, confesso, a razão por que a RTP a foi buscar. Acredito por isso que tens razão quando dizes que a canalha não dorme.

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  7. os dois,nao fazem um!,nao merecem meo comentario.
    .

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  8. Vou ser curto e grosso: esta tipa é uma grandecíssima cabra!

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  9. «reabilitar uma das personagens mais sórdidas na perseguição movida a Sócrates».

    Carlos permita-me pegar neste seu excerto, para dizer o seguinte: Se ela está a ser reabilitada, foi porque caiu em desgraça. E porque caiu em desgraça?
    Vou transcrever literalmente parte de uma resposta da Manuela Moura Guedes da sua entrevista ao Expresso e com a qual concordo inteiramente:

    «Um 1.º Ministro sente-se mal à beira das eleições e uma empresa privada chuta a editora de um jornal! E depois tudo fica na mesma. Estão-se nas tintas. A ERC acha tudo normal e até muitos jornalistas se puseram do lado do 1.º Ministro, achando que era "um coitadinho, que foi perseguido". Como se o 1.º Ministro fosse uma entidade frágil!».

    Aqui ela tem razão. Goste-se ou não da Manuela Moura Guedes, ela foi alvo de um saneamento político, de um autêntico atentado à liberdade de imprensa. Atrevo-me mesmo a dizer que foi o acto de censura mais grave depois do 25 de Abril, mas é como ela diz: «tudo normal»..

    Também temos que ver o seguinte: José Sócrates era um 1.º Ministro que esteve envolvido em casos polémicos, como o caso Portucale, o caso Freeport e o caso Face Oculta. Numa sociedade livre e democrática parece-me normal que tenha sido confrontado com isso. O contrário é que seria estranho.

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