sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Bibó Porto (16): o filme



Esta semana deixo-vos com um pequeno documentário do Manoel de Oliveira sobre o Porto da minha infância. Simplesmente fantástico!
Ora vejam lá (aqui)

8 comentários:

  1. Amigo Carlos Barbosa,senti-me de respiração cortada.O último minuto, é de nos fazer pensar,e muito,se não estaremos a semear um regresso àquele passado...

    Grande Abraço.

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  2. Numa das minhas visitas ao Porto, assisti no Rivoli ao documentário de curta-metragem de Manoel de Oliveira "Porto da Minha Infância". Mais tarde comprei o vídeo.

    Sou obrigada a separar-me de grande parte dos meus DVDs, no entanto, os filmes de Manoel de Oliveira já os tenho todos na minha nova casa.

    Bibó Porto!!!

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  3. Cinquenta e oito anos nos separam destas imagens. A diferença maior está
    nas pessoas e não na Cidade, Capital do Trabalho...sem metro nem engarrafamentos de trânsito, mas com empregos para os quais os operários se deslocavam a pé ou de bicicleta. Talvez estejamos muito perto de regressar a esse passado, quiçá, em piores circunstâncias...

    Uma relíquia a preservar, não apenas na memória
    .
    Obrigada pela partilha!

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  4. Para mim, uma revisita ao Porto da minha adolescência. Quanto tudo isso me é familiar ! Nesta altura estudava no Porto e fazia 4 viagens diárias de Ermesinde - S, Bento !

    Grande abraço ! :))
    .

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  5. O filme - que é uma obra-prima- tem nome, tem passado com esse mesmo nome nos circuitos comercais, e foi das poucas obras filmadas por Oliveira, depois do aniki-bobó, e antes do regresso em força.

    seria simpático (ia a dizer essencial ou óbvio) que aqui se fizesse o mesmo, referindo-se o nome no texto. a obra não foi apanhada no lixo, nem sequer é um título desconhecido e remetido para os confins da net, quando se justificaria que surgisse assim: veja o filme de oliveira.

    no fundo é um bocado como se falando do Vale Abraão dizesse que era um filme sobre o Douro da sua juventude ou do Amor de perdição se lhe referisse como um filme sobre um dos livros do seu liceu.

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    1. A curta-metragem em questão, é efectivamente uma obra-prima e uma relíquia, pelo que representa.
      Chama-se " O Pintor e a Cidade " e foi realizado pelo cineasta Manoel de Oliveira que revela a vida da Cidade do Porto, no ano já referido, através das aguarelas do pintor António Cruz.
      As imagens reais vão alternando com as impressões que o artista vai registando nas suas telas.

      O link para o qual o autor deste blog nos remeteu - se acaso acedeu ao mesmo, pode verificar - foi um pequeno excerto do filme.

      Sei que estou a meter a minha foice em seara alheia, como é vulgo dizer-se, mas não gostei, ou melhor, achei injusto, o seu último parágrafo. Não houve intenção de menosprezar este fantástico registo do grande cineasta do qual todos nos orgulhamos.
      Finalmente, sei que quando o administrador do blog regressar de férias, vou "levar nas orelhas", mas o que é isso comparado com a satisfação que me proporciona fazer 'justiça'?...:)

      Janita

      PS. Se o desejar clique no título do filme e poderá ter a alegria de rever a Cidade Invicta de meados do século passado. Obrigada!

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  6. Observava-o muitas vezes no Diana Bar aqui na Póvoa na companhia do Régio, do Prof. Luís Amaro Oliveira...
    Mas naquela altura preferia "outras conversas"!!!
    Abraço.

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  7. Ainda há bem pouco tempo estive ali a almoçar um óptimo polvo à lagareiro numa espalanada que ficaria no canto inferior direito da imagem.

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