quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Oh freguês! Vai um tirinho?

Eu sei que sou cota e não consigo adaptar-me muito bem aos novos prazeres da juventude, mas permitam-me uma pergunta:
Conhecendo eu as campanhas contra os brinquedos de guerra, como se explica que uma miúda de 9 anos seja levada pelos  pais para aulas onde aprende a manejar uma metralhadora?

11 comentários:

  1. Ou, dito de outra maneira, como se explica que haja pais a levar menina de nove anos para, em aula, matar quem a ensina?

    Ou, dito de outra maneira, como se explica que haja professores de tiro a ensinar idade de menino?

    Ou ainda de outra, quem licenciou tal escola?

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  2. Simples - porque os pais são loucos.
    Ponto final :(

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  3. Que pena eles não se matarem todos uns aos outros. Um país que tanto mal tem feito ao mundo. Só quem não conhece a mentalidade daqueles sulistas e yankees é que fica admirado. São os próprios pais que oferecem armas aos filhos, tenham eles a idade que tiverem. Um país formado por cadastrados que exterminou os seu autóctones, só sabe matar, exterminar, escravizar os seus trabalhadores, comprar os cérebros dos outros e destruir todos os outros países por causa dos seus interesses.

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    1. Já estive 3 vezes nos EUA e posso dizer-lhe que além de subscrever o que disse, fiquei chocado com os seguintes paradoxos: Uma pessoa com 16 anos pode tirar a carta de condução, alistar-se no exercito aos 17 anos, mas só pode beber uma cerveja aos 21 anos e não a pode beber na via pública a não ser escondida em ridículos papeis de embrulho.
      Também é patético como o país que se intitula como «campeão dos direitos humanos» tem pena de morte, tem 2 a 3 milhões de pessoas sem casa e outros milhões que vivem em «roulottes» de fracas condições e 50 milhões de pobres. Em vez de gastar dinheiro em guerras inúteis e estúpidas, era melhor gasta-lo com estas pessoas. Mas quem manda nos EUA esta a borrifar-se para essas pessoas.

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    2. Anfitrite e Paulo
      Vivi nos EUA e sei bem do que falam. Embora , em minha opinião, estejam a pintar o quadro demasiadamente negro, não percebo a razão de tanta gente viver fascinada com tudo o que é americano. Talvez por te ido para lá obrigado, acabei por regressar com melhor impressão do que quando fui. E nunca esquecerei a Route 66, que percorri de costa a costa numa autocaravana...

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    3. «não percebo a razão de tanta gente viver fascinada com tudo o que é americano».

      Tal facto deve-se à indústria de propaganda americana, que é feita sobretudo através do cinema, género: «Nós somos os maiores e os melhores do mundo». Lá que funciona, funciona.
      Embora os EUA me tenham decepcionado nalguns pontos. Também gostei de percorrer de carro toda a Costa Leste do Massachutess à Flórida, bem como toda a Califórnia da São Francisco a San Diego. Guardo uma imagem muito positiva da simpatia, da simplicidade e da honestidade do povo americano. Mas até por eles, temos de desmistificar certos mitos.

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    4. Estamos de acordo, Paulo.Foi precisamente pelas razões que aponta, que disse que estavam a pintar um quadro demasiado negro. E verdade seja dita, repito, a viagem costa a costa, pela Route 66, ficará para sempre como uma das viagens da minha vida.

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  4. São «americanices» que eu não recomendo a ninguém.

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  5. Qdo li a noticia fiz a mesma pergunta a mim mesma

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  6. Isto não são "americanices". o que é que vocês pensam que os nossos caçadores fazem, na nossa ruralidade, aos filhos pequenos.

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