sexta-feira, 6 de junho de 2014

DIA D

Hoje assinala-se na Europa o DIA D.
Nós precisávamos de um Dia D ( de despedimento do governo), mas temos mais um dia  D de desespero, desesperança e descrença.
Enquanto na Europa se celebra a Paz, por cá inicia-se a Guerra das Rosas. Prolongada pelo menos até finais de setembro, para que as laranjas possam medrar, graças a um seguro de colheitas contratado em tempo oportuno com o feitor da quinta do Rato.
O povo desespera. Desacredita. Desinteressa-se. Nada isso preocupa o feitor, que deu ordem ao seu exército para ganhar tempo até que o aliado laranja venha em seu socorro. O feitor não leu Ismail Kadaré. Se tivesse lido já tinha ouvido os Tambores  avisando que o aliado se deslocou para outra frente de guerra para enfrentar os juizes e conheceria as previsões do Feiticeiro que lhe anunciam um fim trágico. Para ele e para o seu povo. 

2 comentários:

  1. A primeira vez em que um chefe do Estado Alemão participou nas comemorações do Dia D foi há dez anos, em 6 de Junho de 2004.
    Durante o acontecimento, o então chanceler federal Gerhard Schröder pediu que as vítimas da guerra não fossem esquecidas. E acrescentou:

    "Não é a velha Alemanha, daqueles anos sombrios, que eu represento"

    e abraçou, em seguida, o então presidente francês, Jacques Chirac.

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  2. Quem irá sair vencedor nesta Guerra das Rosas?
    O país ou o partido?
    E para quê um partido vencedor se se perder o país?
    É demasiado tempo à espera de solução...
    O Dia D assinalei-o no facebook!

    Abraço de paz

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