quarta-feira, 25 de junho de 2014

Como António Costa estragou os planos da troika

A crise no PS faz-me lembrar  o tempo dos  casamentos de conveniência, quando os pais obrigavam os nubentes a casarem-se, para unirem as fortunas  das famílias.
A troika  há muito destinou  Seguro como consorte de Coelho. O primeiro, incentivado pelo generoso dote, até não desdenha  o matrimónio mas ao segundo,  bem na vida por se deitar todas as noites com a amante submissa  a quem obriga a satisfazer-lhe todas as vontades e fantasias,  formalizar um casamento com Seguro   não era coisa do seu agrado. Preferia  continuar a dar umas voltinhas e explorar os avanços que a promitente nubente lhe permitisse,  continuando simultaneamente a desfrutar da lascívia da amante Portas.
Foi então que a troika recorreu aos serviços do notário Aníbal, solicitando-lhe que forçasse  Coelho a aceitar o casamento. A troika até aceitava que o pm mantivesse a amante. O importante para os mercados era a consumação do casamento.
Tudo parecia estar bem encaminhado, quando apareceu António Costa a estragar os planos da troika.
Seguro viu o dote a fugir-lhe e reagiu como uma virgem traída na véspera do casamento. Coelho, vendo que podia perder de uma assentada as carícias da amante e o seu quinhão do dote da prometida esposa, aceitou a mediação do notário Cavaco e assinou secretamente um contrato promessa de casamento, a consumar lá para 2015.
Costa veio estragar as contas da família. Vamos ver como reagem os mercados, se a troika não conseguir os seus intentos…

1 comentário:

  1. Os mercados vão reagir bem. Costa já chamou para Vitorino e Jorge Coelho para organizar a festa lá em casa, e como se sabe eles são gente séria e inteligente que os mercados e interesses sempre valorizaram.

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