sábado, 26 de outubro de 2013

Chegou, finalmente, a hora da mudança!

Não se entusiasmem... estou só a lembrar que esta madrugada muda a hora!
Quanto à mudança que o país precisa, ainda temos muito que esperar.

Faltou a canção à Marilú



No espectáculo final da manif de hoje, não ouvi esta canção. Foi pena. A Marilú  talvez gostasse e nós ficávamos mais aliviados...

A escalada

O tom agressivo e a roçar o insulto utilizado por Sócrates na entrevista a Clara Ferreira Alves já fez correr muita tinta. Sucedem-se as interpretações para todos os gostos e não resisto a dar a minha.
Creio que Sócrates não só mediu muito bem as palavras, como estudou previamente o seu impacto.  Ao utilizar expressões como bandalho, estupor, ou filho da mãe, o ex-PM sabia que estava a ser porta voz de um sentimento popular. Mesmo não gostando de Sócrates, muitos se terão revisto nas suas palavras e sentido aliviados ao ver um ex PM utilizar a linguagem que eles próprios usam em privado, quando se referem a alguns membros do governo.   
 Nesse mesmo dia, o líder da UGT, Carlos Silva, acusava PPC de “nunca ter feito um corno(na vida)” e o discurso de alguns comentadores acompanhou a subida de tom. No “Eixo do Mal”, por exemplo, todos “molharam a sopa”. Com especial destaque para Clara Ferreira Alves que chegou  mesmo a sugerir que, em sequência das afirmações que fez, Passos Coelho poderia vir a  prostituir-se para salvar as relações de Portugal com Angola.
O discurso mais inflamado pode servir como terapia para os comentadores, mas é bom não descartar os eventuais riscos.  O insulto pode ter um efeito boomerang. Seria melhor que os descontentes passassem à acção em vez de desperdiçarem munições.

À mesa do café

"Se a vida estiver amarga, mexa nela. O açúcar pode estar no fundo"