quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Pedro, o louco: c'est la vie!



" Pierrot le fou" é, provavelmente, um dos filmes mais representativos da "nouvelle vague"e o melhor de Jean Luc Godard.  Tendo como protagonistas Jean Paul Belmondo e Anna Karina,  " Pedro o Louco" é poesia projectada na tela, numa policromia nunca vista até então. Um hino à liberdade, um apelo  à fuga das rotinas. Romantismo e aventura conjugam-se para quebrar  o tédio das vidas  repetidas dos bem instalados e alcançar a liberdade. Coisa que só se consegue tendo a coragem de transformar a vida em linha recta a que nos condenaram, num percurso sinuoso onde possamos escrever a nossa história.
Os diálogos são impressivos e simbólicos. Apaixonados ou coléricos, mas sempre profundos. Eu, pouco dado a fixar diálogos, fixei alguns e deixo-vos aqui um exemplo:
Marianne( Anna Karina): O que estás a fazer?
Ferdinand ( Belmondo) diante do espelho retrovisor: Estou a olhar para dentro de mim
Marianne: E o que estás a ver?
Ferdinand: O rosto de um homem a conduzir em direcção a um penhasco a 100 kms/hora
Marianne ( virando o espelho para si): Eu vejo uma mulher apaixonada por um homem que está a guiar em direcção a um penhasco a 100 kms/hora
Ferdinand: Então beijemo-nos!

Há uma explicação para eu ter fixado alguns diálogos. É que vi o filme  sete vezes. Ou melhor...oito, porque depois de escrever este post, fui vê-lo outra vez. É simplesmente soberbo e um dos filmes da minha vida!
E agora  vou até ao Lux/Frágil, para a festa de encerramento, mas o mês da francofonia continua por aqui até dia 31!

A igualdade segundo Passos de Coelho

Motoristas de Passos  a 1848€/mês   VS  licenciados estagiários na Administração Pública a 691€/ mês
Secretárias de Passos a 1882€/mês    VS  licenciados contratados em outsourcing  na AP a 600€/ mês
60 pessoas a mamar na teta
com cartão laranja no gabinete do       VS   Nº indeterminado de Dir Gerais com menos de 50 funcionários
Passos

E é melhor nem falar daqueles casos em que o Estado contrata  licenciados a 600€ através de empresas e paga mais 600/ mês por cada um,  à empresa que os seleccionou!
Nem dos aumentos dos gastos dos gabinetes ministeriais ( só na Presidência do Conselho de Ministros o aumento das dotações para 2014 foi de 10,2%. OE mais igualitário, só mesmo na Coreia do Norte...)
Ó Pedro! Vai falar de igualdade à Laura, ou  à tua mãezinha como se estivesses a inventar uma  mentira para pedir reforço de mesada , ou mesmo ao c@3#£&#. Agora a mim, não, tá?  

Este castiço deve ter andado na escola do Cavaco

Oliveira e Costa, vizinho de Cavaco na Coelha e amigo dos amigos do PR, foi ontem a Tribunal. As suas declarações seriam hilariantes, se o homem não estivesse a gozar com a justiça.
Para além de providenciais esquecimentos, o cabecilha da trupe laranja que dominava o  BPN e repartia entre si  lucros de proveniência no mínimo pouco clara ( quando qualquer membro do governo ou assessor de gabinete esconde a sua passagem pelo BPN,- provavelmente por ter a consciência pesada-  está tudo dito...) ainda teve o topete de  dizer " eu fui um ingénuo colossal. Eu não sou deste mundo!" 
Um dia destes, ainda vem com a lenga-lenga do Cavaco sobre a honestidade e a necessidade de nascer duas vezes, blá, blá, blá

Pois, pois...

Resumindo...

Isto só lá  vai à Lambada

Un homme et une femme



É um dos mais belos filmes de amor de que me recordo.
Vencedor do Óscar para melhor filme estrangeiro (1966), tem uma banda sonora magnífica, e duas interpretações excepcionais de Anouk Aimée e Jean Louis Trintignant.
Os mais jovens talvez o achem piegas, mas ainda há pouco tempo tive a oportunidade de  o rever no You Tube e continuo a reclamar a sua presença na minha "cinemateca". É um filme intemporal.
Era a bUmanda sEra a banda sonora de um dos mais belos filmes de amor de que me recordo. Vencedor de um Óscar para melhor filme estrangeiro (1966)  tinha, além da música belíssima, duas interpretações excepcionais de Anouk Aimée e Jean Louis Trintignantonora de um dos mais belos filmes de amor de que me recordo. Vencedor de um Óscar para melhor filme estraEra a bEra a banda sonora de um dos mais belos filmes de amor de que me recordo. Vencedor de um Óscar para melhor filme estrangeiro (1966)  tinha, além da música belíssima, duas interpretações excepcionais de Anouk Aimée e Jean Louis Trintignantanda sonora de um dos mais belos filmes de amor de que me recordo. Vencedor de um Óscar para melhor filme estrangeiro (1966)  tinha, além da música belíssima, duas interpretações excepcionais de Anouk Aimée e Jean Louis Trintignantngeiro (1966)  tinha, além da música belíssima, duas interpretações excepcionais de Anouk Aimée e Jean Louis Trintignant