domingo, 22 de setembro de 2013

Aprender com os alemães

Acabo de saber os resultados das eleições alemãs. Ao contrário do que a histeria  das últimas semanas deixava adivinhar, os resultados não terão qualquer influência directa em Portugal. Daí, que Merkel ganhar com maioria absoluta ou não seja igual ao litro.
No entanto, o desaparecimento do FDP do Bundestag não deixa de ser uma relativa surpresa. Se nos lembrarmos que o FDP é o partido com mais anos de governação na Alemanha e que ainda nas eleições  de 2009 teve mais de 14 por cento dos votos, esta derrota assume ainda maior expressão e significado. E se nos lembrarmos que foi  Merkel a principal responsável pelo desaparecimento do seu parceiro de coligação, poderemos  fazer algumas extrapolações...
Ao olhar hoje para a Alemanha, talvez Paulo Portas perceba que o destino do CDS em 2015 pode ser o mesmo do FDP alemão. 
O mesmo se diga do PS. Seguro não é alternativa- como não era o lider do SPD Peer Steinbrucker- mas, quanto a isso, o próximo domingo poderá ser muito clarificador.

Atira-te ao rio!

Este é o conselho do BE. ( Via FB)

Contas à moda do Porto

De passagem pelo Porto, converso com alguns amigos sobre as autáqrquicas
-" Como é possível que um partido que pede austeridade aos portugueses apoie um autarca conhecido pelo despesismo e que deixa Gaia como a segunda autarquia mais endividada do pais?" - pergunta um
- " Não acuses o PSD! Aponta mas é o dedo aos portuenses que vão votar nele"- responde outro
- "Qual é o espanto? Porque é que havemos de ser diferentes dos outros portugueses que vão votar no PSD em 2015, apesar de toda a austeridade? E vocês duvidam que se o Isaltino lá em baixo se pudesse candidatar, não ganhava?" - argumenta um terceiro 
- " O Meneses é o único que vai bater o pé a Lisboa. Essa é que é essa!"- defende o segundo
-Tá bem abelha! Saiam uns finos e umas francesinhas para rematar a conversa- sugiro eu.