sexta-feira, 20 de setembro de 2013

O rei da comboiada


Desde que foi ao Rio de Janeiro apanhou a mania dos comboiinhos

O desprezível Passos

Leio no " Público" uma entrevista   de Jorgo Chatzimarkakakis ( ex-membro do Partido Liberal alemão, a muleta da senhora Merkel)  que confirma o que eu aqui escrevi aqui há mais de um ano. Se os países do sul se tivessem unido, Merkel teria cedido. As medidas de austeridade não estariam a ser tão duras e o prazo para o pagamento da dívida teria sido alargado por umas décadas.
Jorgo acusa também  Pedro Passos Coelho por ter tornado impossível uma aliança do sul. É isso que mais me dói. Ver um PM que não só  recorre à mentira e às ameaças aos portugueses, para atingir os seus objectivos pessoais, como ainda é visto lá fora como um Miguel de Vasconcelos do século XXI. 

Querem mesmo reformar o Estado? Juram? (7)

Prefiram cabeças, em vez de cús

O aumento do horário de trabalho para 40 horas semanais compreende-se em termos de poupança, nos casos em que os funcionários trabalham por turnos. Acontece, porém, que quem decidiu deve ter um conceito abstruso de trabalho, desconhecer o que é  produtividade e nem sequer ter uma leve ideia  do funcionamento dos serviços e das dificuldades  que a maioria deles atravessam..
Colocar alguém no atendimento ao público oito horas diárias, só pode passar pela cabeça de quem nunca teve relações com o público;
Acreditar que o aumento de número de horas aumenta a produtividade, é o mesmo que acreditar no Pai Natal;
Descontextualizar o aumento do horário de trabalho de novas regras de planeamento e avaliação, é a confirmação de que quem lida com a coisa pública gosta mais de cús do que cabeças.  Importante é dar condições de trabalho aos funcionários públicos, não impedir a sua saída para o terreno, de molde a que possam perceber o que se passa fora dos gabinetes onde (muitos)  andam entretidos a parir leis que ninguém cumpre, ou fiscaliza, acabando por cair em desuso.
Seria importante que os cidadãos pudessem conhecer os planos de actividades dos serviços e o seu grau de (in)cumprimento em tempo útil.
Seria admirável se os governos percebessem que  os cidadãos devem ser encarados como stakeholders dos diversos serviços do Estado, devendo por isso ter o direito de saber o que fazem em prol da comunidade, com que recursos e com que meios.
Gostar mais de cabeças do que de cús, seria inevitavelmente um forte contributo para uma melhor  dinâmica dos serviços e maior interacção entre eles e a população que, uma vez informada sobre a realidade, talvez deixasse de proferir as frases idiotas do costume: " Funcionários públicos são calaceiros; andam a roçar-se pelas paredes; passam o dia a coçar os....; ganham demasiado e são uns privilegiados".
São frases que se ouvem nas ruas, nos cafés, nos cinemas, nos círculos de amigos, proferidas por gente que não tem obrigação de conhecer o trabalho dos funcionários públicos e facilmente se deixa ir na onda  da "vox populi". Compreende-se. O que é inadmissível é o patrão ter a mesma opinião sobre os seus funcionários, porque isso significa que desconhece em absoluto a empresa (Estado) que gere.

Miss Picwick

Marilu mente quase tanto como PPC, mas tem muito menos talento. De miss Swaps, passou a miss Picwick, mas continua com um problema: as suas mentiras são tão inverosímeis, que ninguém consegue encontrar argumentos que as suportem.