segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Grandes autores (18)

Eça de Queiroz ( 1845-1900)


De Eça li quase tudo. Sempre com um enorme prazer que renovo amiúde, através de releituras. Neste momento, estou a reler  "Os Maias" - livro que só por si justificaria a inclusão de Eça nesta lista- e,a espaços,  retomo "A Pátria dos Abusos"- uma colectânea de artigos publicados na imprensa. 
" O Crime do Padre Amaro",  "A Relíquia"  "O Mandarim" ou "O Conde de Abranhos" são outros livros de Eça que não desmerecem em qualquer lista de melhores livros da literatura portuguesa. Especialmente o primeiro.

Contenção

Marcelo Rebelo de Sousa disse ontem, na TVI, que PPC se conteve nos ataques ao Constitucional  em Castelo de Vide.
Não custa a acreditar. O homem é mesmo grosso, como se pode ver neste video roubado ao Rodrigo
Se não tiverem pachorra para ver o video todo, sugiro-vos que vejam apenas o primeiro minuto. É já um bom indício da esmerada educação do primeiro ministro. 

O descarrilamento

No início do ano, esta foto dos casais Seara e Mendes em combóio no reveillon no Rio de Janeiro tornou-se viral nas redes sociais.
Já se sabia que o comboio descarrilara, com o divórcio de Seara e Judite, mas agora sabe-se que a culpa foi do maquinista  Parece que se distraiu com uma vereadora da Câmara de Sintra...

Those were the days (24)




Navegando de canoa no rio Sepik (Papua Nova Guiné 1991)
Em cima, as "casas" onde me alojava durante o percurso.


Querem mesmo fazer a reforma do Estado? Juram? (5)

Redução drástica dos outsourcings
O outsourcing é uma grande negociata.  Permite  criar e/ou alimentar  teias de relações indestrutíveis, num sistema de vasos comunicantes absolutamente vergonhoso. Encomendam-se estudos que nunca vêem a luz do dia, muitos dos quais poderiam ser feitos com maior rigor por técnicos dos serviços e com melhores resultados.
Pedem-se pareceres a escritórios de advogados, quando há milhares de juristas nos serviços públicos com mais conhecimento e capacidade técnica para os fazer.
 Acabar com o outsourcing – ou pelo menos restringi-lo drasticamente- representaria uma poupança  de vários milhões de euros…mas lá se acabava uma das formas mais eficazes de troca de favores entre poder político e sociedade civil