sábado, 31 de agosto de 2013

Estrelinha que os guie!

Todos os candidatos à Câmara de Gaia ( com excepção de El Gordo Amorim) exigiram que Luís Filipe Meneses cancelasse um concerto de Tony Carreira em Oliveira do Douro, pago pela autarquia, em vésperas de início oficial da campanha eleitoral. 
Pressionado, Luís Filipe Meneses foi obrigado a cancelar o concerto.
Como é que o Correio da Manha dá a notícia? Omite a carta enviada por todos os candidatos e titula:
" Luís Filipe Meneses proíbe concerto de Tony Carreira"
É preciso não ter um pingo de vergonha e não honrar a profissão para um jornalista escrever uma notícia como esta.
Sabem que mais, senhores escroques jornalistas do Correio da Manha? Estrelinha que vos guie! E o resto também. 
Diga-se em abono da verdade, que a escroqueria jornalística não se restringe ao CM. Ainda ontem  vários jornais, ( DN, Sol, DE...)  na sequência do chumbo do TC ao diploma do governo sobre a requalificação, deixavam transparecer para a opinião pública, a ideia de que a decisão impedia o despedimento e dava garantia de emprego aos funcionários públicos para toda a vida. Não acredito que os jornalistas sejam tão burros e tão ingénuos para escreverem uma barbaridade dessas.  Mesmo sabendo que faltavam à verdade, escolheram títulos que agradassem à maioria da populaça que os lê e acredita que os problemas do país se resolvem despedindo funcionários públicos ( que meses depois estarão a ser substituídos por gente com cartão laranja ou azul e amarelo).
Talvez um dia destes ainda escreva sobre este assunto, mas por agora apenas queria deixar-vos com uma reflexão de fim de semana:
Vale a pena gastar dinheiro em jornais que deturpam constantemente a verdade? E podemos acreditar em jornalistas que hoje estão numa redacção, amanhã dão um salto até um gabinete ministerial e depois regressam ao jornalismo, como se nada se tivesse passado?

A preparar o terreno...



Como já se esperava há meses, vem aí o segundo resgate.
Como também já vem sendo habitual, a culpa não é da governança desastrada, mas sim do Tribunal Constitucional- a força de bloqueio.
Não há hipótese. Este miúdo não cresce