terça-feira, 30 de julho de 2013

La Fiesta


Foto "Público"
Que rebaldaria foi esta hoje na AR? Estavam tão eufóricos como os putos  que ganharam um jogo de futebol porque jogaram sozinhos. E tão mal comportados,como uma turma inteira em véspera de ir para férias.

As crianças não têm culpa



Esta não me parece uma boa notícia. Muito menos, quando fica a sensação  de que os governos querem fazer passar uma mensagem errónea sobre a lei que protege a maternidade. Não é um abuso das mães gozarem quatro ou cinco meses de licença de maternidade. É um direito das crianças, de que nenhuma mãe deveria poder abdicar
.Não deixa de ser curioso que tenha sido o CDS a propor, em 2007, o aumento do período de licença de maternidade, na linha do que acontece na quase totalidade dos países europeus

Apresentado o embrião da União Nacional




A imprensa parece ter aceitado bem a sugestão de Pedro Passos Coelho e hoje, em véspera de recomeço dos briefings diários, combinou mostrar a Maduro o seu apreço pelo remoçado SNI, fazendo  em uníssono, nas suas capas, um louvor ao governo, com o qual escondem a desgraça de milhares de famílias portuguesas.
Milhares de funcionários públicos vão ser despedidos sem justa causa mas o que os três jornais destacam, em primeira página, é o facto de poderem continuar a usufruir da ADSE.
O que mais me revolta nestas capas, é (não) terem sido pensadas por mentes ocas e ignorantes. Estas  abencerragens apresentam a notícia como se usufruir da ADSE fosse um benefício. Esquecem, ignoram (ou fingem ignorar?) que muitos funcionários públicos despedidos já descontaram para a ADSE durante décadas pelo que o Estado estaria obrigado a devolver-lhes o dinheiro, no caso de  os privar do sistema.
Volto a lembrar esses ignorantes com carteira de jornalista, que os funcionários públicos descontam uma percentagem  suplementar do seu ordenado ( 2,5% a partir de 2014)  para usufruirem da ADSE. Como acontece com alguns trabalhadores do privado que têm regimes especiais ou complementares de saúde.
Perceberam seus ignorantes? 

Moção de (des)confiança

O governo apresenta hoje, na AR, uma moção de confiança. Tendo uma  maioria  parlamentar a suportá-lo, apresentar uma  moção de confiança é como chegar diante de um espelho e perguntar: espelho meu, há alguém mais bondoso do que eu? Perante o silêncio do espelho o próprio inquiridor dá a resposta.
Sabendo-se rejeitado pela opinião pública, o governo optou por reunir os amigos que vivem à sua custa e perguntar-lhes se tinham confiança nas suas políticas. Obviamente que a resposta foi positiva e a consulta serviu para  o governo dizer – pela segunda vez em menos de 15 dias- que a sua legitimidade está reforçada. Porém, todos os dias, ao levantar-se e ver-se ao espelho, percebe que se anda a enganar a si próprio escondendo o essencial:
Quando alguém  precisa de saber se pode ter confiança em si próprio,  é porque não tem auto-estima ,  um problema de personalidade  incapacitante e limitativo que coloca em risco as possibilidades de sucesso. Quem não tem auto confiança tende também a evitar contactos com as pessoas em seu redor- chegando mesmo a repeli-las-  e a exacerbar  as suas capacidades, para  disfarçar a sua falta de auto-confiança. Foi o que aconteceu, por exemplo, com Relvas, e acontece com este governo na generalidade.
Este governo está morto, o povo não o suporta, mas teima em fingir-se de vivo, porque há uma alma penada  em Belém, que lhe vai dando alguns estímulos.

Notícias do novo ciclo (3)



Mais de 90% dos alunos do 4º ano chumbam a português

Qual é o espanto? O primeiro ministro também diz "estÊjamos" e "sejEmos"