sexta-feira, 14 de junho de 2013

A Fórmula do sucesso


Goste-se ou não dos seus livros ( e eu não gosto...)  é imperioso reconhecer que José Rodrigues dos Santos  é, hoje em dia, um dos escritores portugueses com maior sucesso de vendas lá fora.  Não é fácil a nenhum escritor entrar para os tops dos mais vendidos em França, mas JRS está lá com dois livros: "A Fórmula de Deus" e "O Último Segredo" conquistaram os leitores franceses. Chapeau!

Relvas II

Se andavam com saudades do Relvas, animem-se. O homem já tem substituto à altura. Mais lambidinho  e   mais blasé, Poiares Maduro pensa e age dentro dos parâmetros do ministro que abandonou o governo "por já não ter condições anímicas".
Tal como Relvas, Maduro tem dificuldades em expressar-se em português e pratica a política do "cada cavadela cada minhoca". Ainda não acertou uma, está cada vez mais colado a PPC e já se esqueceu das críticas que tecia ao governo até duas semanas antes de ser convidado para ministro. Além de ser uma decepção, é um embuste. Não tardará a regressar a Florença, de onde nunca devia ter saído.
Claro que o inefável professor Marcelo lhe encontrou uma virtude: pôs Passos Coelho a falar de política!
Para Marcelo, falar de política é fundamental ( quiçá suficiente) para resolver os problemas do país. Estamos mais descansados.

Em defesa de Cavaco

Cavaco defendeu o investimento na agricultura e as pessoas espantaram-se, mas não têm razões para isso. Cavaco foi sincero. Ele próprio se fartou de investir na agricultura, construindo auto-estradas. O Oliveira e Costa convenceu-o  que os pórticos das portagens nas auto-estradas eram árvores das patacas.

Ainda sou do tempo...

... em que Pedro Passos Coelho dizia que o Estado era uma pessoas de bem , cumpria os seus compromissos e pagava as dívidas.
Em pouco tempo passou de honesto a caloteiro e de cumpridor a violador da lei, recusando-se a pagar os subsídios de férias aos funcionários públicos e reformados no prazo previsto na lei. Para já, apresentou Cavaco como seu fiador.
Vamos ver se quando os funcionários públicos e os reformados começarem a pedir em tribunal o pagamento de juros de mora, se apressa a pagar ou nomeia o gabinete de S. Bento à penhora.