sábado, 8 de junho de 2013

A explicação do Nobel


Hoje percebi, finalmente, por que razão o homem foi para o jornalismo e garante que vai ganhar o Nobel da Literatura.

Limpinho, limpinho!

Francisco José Viega teve alguns programas na TVI. Não comentava política, mas falava sobre livros e outras culturas.
Se bem se lembram, FJV foi secretário de estado da cultura, cargo que abandonou alegando razões de saúde. Entrementes, autorizou a venda para o estrangeiro de um quadro protegido que, portanto, não podia sair de Portugal, mas passou a poder.
 De quem era esse quadro? De Paes do Amaral.... E quem é Paes do Amaral? Pois, exactamente... TVI, o tal canal onde o Viegas debitava umas coisas...
Claro que foi tudo legal. Transparente. Foi só uma coincidência. Não se ponham para aí a imaginar coisas, tá bem?

Memories

Com a morte de Esther Williams, morreu também um bocadinho das minhas memórias das tardes de domingo, na RTP 1.

Vizinho de Álvaro Cunhal

A partir de hoje sou vizinho de Álvaro Cunhal. A Câmara Municipal de Lisboa atribuiu o nome do grande  homem e grande político a uma avenida que (quase) conflui com aquela onde vivo e foi hoje oficialmente ignorada. Fico em boa companhia.