sexta-feira, 24 de maio de 2013

Já está nas bancas




Já está nas bancas o segundo número do Jornal Sénior.
Dirigido por Mário Zambujal e contando com um  leque de colaboradores onde se destacam os nomes de Alice Vieira, Leonor Xavier, Humberto Lopes ou José Vegar,  o Jornal Sénior vem preencher uma lacuna a que já diversas vezes fiz referência aqui no CR. 
Mais do que um jornal para a terceira idade, o JS é a voz dessa idade última, em que a experiência adquirida ao longo da vida precisa de ser regada com informação útil. 
Não abordando exclusivamente matérias relacionadas com os seniores, presta-lhes a informação que muitas vezes lhes escapa num mundo dominado pelas novas tecnologias, a que muitos não têm acesso.
O Jornal Senior  custa 95 cêntimos e sai às quintas feiras, de quinze em quinze dias. O próximo sairá… ora deixa lá fazer as contas… no dia 6 de Junho.  
Marque lá na sua agenda. Ou, então, faça uma assinatura e passe a recebê-lo em casa com toda a comodidade.

Nem sempre o que parece é...( Actualização)

Aviso desde já os meus leitores que chamar palhaço a Cavaco só será insulto para os palhaços e não para o PR. 
Afirmo-o sem qualquer resquício de dúvida, porque em tempos ( 2008) já o Tribunal da Relação do Porto  absolveu uma mulher, acusada pelo seu ex-companheiro de insulto e difamação por  lhe ter chamado palhaço.
 Defenderam  os juizes desembargadores na sentença, que "Chamar "palhaço" a alguém pode significar a referência a um "comediante cuja intenção é divertir o público através de comportamento e maneirismos ridículos". Concluem, finalmente, que tal não pode ser considerado crime e  entendem que o facto de o queixoso se sentir insultado é subjectivamente relevante, mas não socialmente relevante, pelo que não há crime.
Lembro, também, que em 2009 a então deputada Maria José Nogueira Pinto chamou palhaço a um deputado de uma comissão parlamentar, porque não gostou de uns apartes que ele proferiu durante a sua intervenção, daí não tendo resultado quaisquer consequências, para além de notícias de jornal para vender papel.
Esclarecido este ponto, concluo que MST terá, quando muito, insultado os palhaços ao compará-los com uma figura tão irrelevante como Aníbal Cavaco Silva.
Em actualização: quem disse que a justiça em Portugal era lenta? O MP já abriu um inquérito a Miguel Sousa Tavares
Como me parece óbvio, desde o início, MST chamou palhaço ao cidadão Cavaco Silva e não ao Presidente da República. O MP  está a confundir a pessoa com o cargo.

A estátua

Os vereadores do PS na Câmara de Braga aprovaram a construção de uma estátua ao cónego Melo. A estátua já é um insulto, mas as declarações de Mesquita Machado são um vómito. Para o presidente da autarquia bracarense pouco importa que o cónego Melo fosse um fascista, estivesse associado a bandos armados de extrema-direita e ligado à morte do padre Max. Para Mesquita Machado, o importante é ele ter sido "um bracarense dos sete costados".