sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Ainda vamos ter uma surpresa...

UE aprova plano para despistar carne de cavalo. Ainda vamos descobrir que nas refeições de coelho com laranja, o láparo foi substituído pelo equídeo e as laranjas por limões.

E agora, sr. Silva?



Há um mês, Pedro Passos Coelho respondia ao discurso de Ano Novo de Cavaco Silva, dizendo peremptoriamente "não há nenhuma espiral recessiva".
Hoje, na AR,  veio admitir que afinal é capaz mesmo de haver, mas a culpa não é dele... é da conjuntura externa e, claro, de Sócrates!
Por este andar, é bem provável que um dia destes acabe por admitir que entrámos num caminho sem retorno para o abismo e a luz ao fundo do túnel afinal, apagou-se. De qualquer modo nunca admitirá que a culpa é da política autista que o governo vem seguindo. Os incompetentes nunca admitem os seus erros e  coelho é bem capaz de dizer que a culpa é dos portugueses,que não colaboraram,e acabe por pedir a extradição de Sócrates, essa nefanda figura que está em Paris a fazer tudo para que as políticas do governo não dêem certo e a incitar os portugueses contra a sua tralha govenativa.
Agora que PPC vem admitir  a espiral recessiva e a sua incapacidade para tirar o país do atoleiro em que o meteu, o sr Silva vai continuar encerrado no seu palácio de marfim num tenebroso silêncio?
Ao menos seja digno uma vez na vida, sr. Aníbal Silva, e faça o que tem a fazer: demita este governo por incompetência e aventureirismo.
Nós cá estaremos para julgar essa trupe por genocídio premeditado!
Em tempo: hoje, quando nas galerias da AR as pessoas começaram a cantar o "Grândola Vila Morena" o homem que assaltou o pote reagiu dizendo que era de muito bom gosto. Pedro acredita que pode vencer as pessoas pelo cinismo. Respondamos na mesma moeda e perguntemos-lhe: gostava de ser  fiscal de impostos e encontrar o Viegas à saída de um restaurante, não gostava? 

Deficiência de comunicação? Não sejam tolos!

Imagem da Net

Todos sabem que qualquer grupo  fechado tem um código vocabular próprio, só interpretável pelos seus membros.  É por isso que quando um grupo mafioso, por exemplo, fala para o exterior, a sua mensagem tem um significado para o público que é entendido de forma diferente pelos membros da seita.( ver imagem: como comunicam Paulo, Pedro e o sr Silva?)
São também conhecidos inúmeros casos em que os membros de um grupo de criminosos comunicam entre si em linguagem cifrada, através de anúncios publicados na imprensa, para combinar o modus operandi, ou a data e local de um crime minuciosamente planeado. No entanto, essa linguagem só é cifrada para os membros do grupo, sendo interpretada pelo público em geral, como um banal anúncio, com linguagem vulgar.
Vem isto a propósito das constantes críticas feitas ao governo, por ser incapaz de comunicar com os portugueses. Alguns comentadores, como Marcelo Rebelo de Sousa ou Marques Mendes, pródigos em repetir esta acusação, deviam saber que um código de comunicação demora a ser construído e o governo ainda está a experimentar diversas versões que lhe têm sido apresentadas pelos inúmeros especialistas em comunicação contratados pelos diversos gabinetes ministeriais.
Há, no entanto, sinais de evolução. Um deles refere-se ao roubo de quatro mil milhões, onde a linguagem do governo tem manifestado uma grande capacidade de adaptação no seu discurso.
Pedro começou por chamar-lhe “refundação do Estado”. Depois, Gaspar falou em reestruturação do Estado. Mais tarde, alguém aventou que se tratava simplesmente de um corte na despesa.
Há dias o Moedinhas veio dizer que se trata de poupança.
Um dia, num futuro ainda longínquo, algum historiador utilizará uma expressão mais burilada:golpaça constitucional, com dispositivo de roubo incorporado”.
Ao fim e ao cabo, todas estas expressões podem ser reduzidas a uma simples palavra: ROUBO!
Um dia alguém admitirá que é exactamente isso que o governo se prepara para fazer, com o apoio de um gang de criminosos internacionais, contratados pela Goldman Sachs e que exercem a sua actividade no FMI, BCE e UE.
O único objectivo é roubar nos salários e nas reformas, para entregar o dinheiro aos bancos que posteriormente devolverão parte do produto do roubo aos membros do governo sob a forma de cargos em organismos internacionais  e outras mordomias em espécie.
Os comentadores que falam em deficiência de comunicação estão apenas a complicar o que é simples. Se tivessem lido livros policiais, nunca cometeriam esse erro infantil…

Mas quais direitos? Está tudo doido?

Um tipo chumba no exame, porque não estudou a matéria. Duas semanas depois, o ministro é acusado de estar envolvido num caso de corrupção. O tribunal iliba-o.
Que faz o aluno?
Exige passagem administrativa, porque os seus direitos foram violados. Está tudo doido, ou quê?

Foto do dia (10)