segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Chega de teatro, Paulinho!



Paulo Portas é um genial encenador. Na vida real e na política. Já perdi a conta às vezes que criticou medidas do actual governo ( do qual é o único sustentáculo...) ameaçou demitir-se, esfarrapou as vestes indignado, mas mantém-se firme no governo.
Paulo Portas deve acreditar que, aproximando-se 2015, poderá reverter a seu favor a sua indignação, enumerando as vezes em que manifestou a sua discordância face a algumas medidas tomadas pelo governo e argumentando que o fez por razões patrióticas.
Eu sei que o tuga é burro, mas não exageres, Paulinho! Na hora de ir a votos desprezar-te-á mais do que ao Coelho. Durante quatro anos foste um cobarde. Emporcalhaste o CDS e até o nome da tua família, onde há gente de bem que te tem um ódio mortal!
A tua última encenação foi manifestares-te indignado com a nomeação de Franquelim Alves como secretário de estado do empreendedorismo. Tiveste uma boa oportunidade para te despedires do governo mas, uma vez mais, optaste pelo apoio aos escroques que estão a destruir o país.Nada de espantar, porque te sentes como peixe na água nesse meio...
Não és patriota, nem és homem. És um cobarde! Um cabeçudo que emporcalha a nossa História. Um vendedor de banha da cobra.Vai-te catar, pá!

Seja feita a vossa vontade!


Muitas leitoras ficaram descoroçoadas  com esta troika  e manifestaram o seu desagrado na caixa de comentários. A Afrodite publicou mesmo este manifesto  que submeto à vossa apreciação.
Numa tentativa de reparar o meu erro, aqui fica a troika lusa que, em minha opinião, realmente interessa, porque é lá que está a massa.
Quanto à troika lusa feminina, será divulgada num dos próximos dias...

Qual foi a parte que não percebeste Álvaro?

Não são suspeitas que caem sobre Franquelim Alves, Álvaro! São certezas! Ele mesmo admitiu, na AR, ter encoberto as irregularidades e vigarices do BPN.  
Só tu é que ainda não percebeste que a escolha de Franquelim Alves é uma das mais javardas nomeações deste governo? Então demite-te, pá!
Bem, mas há uma coisa em que te dou razão.  É quando dizes BASTA! Realmente, basta de tanta pouca vergonha!

Sabem qual é o problema dos tugas?

É baterem palmas a isto
O tuga delira quando o governo tira privilégios a alguém que não pertença ao seu círculo, ou grupo profisional. É apenas mais uma manifestação da sua inveja. Mas também da sua parolice.
Estou à vontade. Não trabalho na CP, nem tenho familiares que lá trabalhem. Pago sempre bilhete quando viajo de comboio e preocupo-me mais com as declarações de Fernando Ulrich, do que com esta medida que considero mais um roubo aos trabalhadores.
Percebo, no entanto, que estou errado, quando vejo na TV populares a afirmarem que, mesmo depois das declarações de Fernado Ulrich, não retirarão o seu dinheiro do BPI, porque o homem é apenas uma peça da instituição.
Reflicto sobre esta questão e faço-vos a pergunta:
Um depositante do BPI que mantém as suas poupanças no banco de um javardo como Ulrich é:
a) Milionário
b) Distraído
c) Burro

A caixa de comentários está à vossa disposição.

O ignorante atrevido

Terminado o Prós e Contras, confirmou-se aquilo que todos sabiam. Helder Rosalino não percebe rigorosamente nada de Administração Pública. Foi cilindrado e chegou a meter dó.
A sua única missão é fazer cortes. Selectivos. Para HR é perfeitamente normal que um simpatizante dos partidos da governação sem qualquer formação académica seja nomeado como especialista para um gabinete ministerial ganhando mais de 3 mil euros ( acrescidos de diversas mordomias). Chocante é que um licenciado, por vezes com Mestrado, depois de fazer um estágio de um ano num organismo da AP , entre para o quadro a ganhar 975€. Um ordenado fabuloso, obviamente!
Trigo Pereira desmontou diversas aldrabices de HR. O massacre foi tal, que Correia de Campos se viu obrigado a intervir, para evitar o KO. Não foi uma ajuda...foi apenas o prolongamento de um penoso massacre  do mal preparado secretário de Estado.
Adenda: de quem terá sido a ideia de transferir o Prós e Contras para as noites de domingo? Terá sido um pretexto para acabar com o programa a prazo, antes que ele se torne incómodo para o governo em vésperas de eleições?