segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Para lembrar em 2014

Ser solidário não é andar a encher os bolsos do governo, do Belmiro e do Alexandre Soares dos Santos, com donativos para o Banco Alimentar contra a Fome. Isso talvez sirva para aliviar consciências, mas não é solidariedade. 
Ser  solidário é unir-mo-nos para derrubar este governo e colocar em S. Bento (e em Belém) gente honesta, apostada em defender o seu povo e não em condená-lo à pobreza, por ter vivido acima das suas possibilidades.
Um bom plano para 2014, não vos parece?

5 comentários:

  1. E onde podemos encontrar essa gente honesta? Nos partidos?
    Bom ano!

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  2. Inteiramente de acordo! Essas campanhas do "arredonda", "código da vinte", leopoldinas e afins são um engodo para a populaça.

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  3. Inteiramente de acordo, com tudo.
    Gosto muito de ajudar quem precisa e dentro das minhas posses , mas tenho de conhecer ; não alinho em campanhas , em que ganham os donos dos hiper , que não frequento , nem dar IVA ao estado e prestígio a alguns /as.
    De facto , ser solidário , era um grande levantamento popular e correr com esta escumalha , mas correr mesmo... M.A.A.

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  4. Concordo!...solidariedade não é caridadezinha balofa, anunciada com pompa e circunstância nos telejornais, cada vez que abre uma cantina social, que aumenta o nº de crianças a comer nas cantinas escolares, que há campanhas de pedincha descarada após as quais os tubarões do costume arredondam as suas contas com os juros dos arredondamentos. O ultimo grito de "solidariedade" é um livro de receitas que me deixa brava cada vez que mo "oferecem". Faz-me lembrar os tempos da "Crónica Feminina" (substituída pela actual "Maria") e todos os (pre)conceitos que lhes subjazem. A solidariedade seria mesmo a mudança!!!......

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