terça-feira, 26 de novembro de 2013

Mais um passo rumo ao abismo



Um grupo de cerca de 130 deputados que se fez eleger com base na mentira, na infâmia, no amiguismo e  na manipulação, traiu uma vez mais o país e os seus eleitores, votando a favor de um OE que condena Portugal e os portugueses a uma miséria nunca conhecida depois do 25 de Abril. 
O povo generoso e ordeiro baixa as orelhas, vai a Fátima  agradecer a graça de ainda poder comer uma sopa por dia.
A maioria dos deputados que traíram o povo continuará a ser gente  cuja única profissão é a política, porque nada mais sabe fazer do que abanar com a cabeça ao chefe, baixar as calças e oferecer-se em troca de um lugar na AR.
O povo de carneiros está muito feliz por viver em paz e se ter livrado dos comunistas, por isso continua a pagar  os ordenados e restantes mordomias a pessoas que os roubam todos os dias, alegando que estão a defender a democracia e a independência nacional .
Os deputados traidores do povo continuarão a ter vencimentos que nunca aufeririam se alguma vez trabalhassem na vida. 
O povo analfabeto ( ou será crente?) ainda não percebeu que está a perder todas as regalias de Abril ou,   porque não lutou para as conquistar, considera normal que lhas retirem?
Os deputados que votaram a favor do OE vão agora comemorar com opíparos almoços em restaurantes onde a maioria dos portugueses nunca entrará.
O povo amorfo, quiçá cobarde, assiste a tudo isto com um encolher de ombros resignado, enquanto come a sopa do dia a que tem direito. 
Talvez esse povo tenha o que merece!

9 comentários:

  1. Carlosamigo

    Tens razão; O povo amorfo, quiçá cobarde, assiste a tudo isto com um encolher de ombros resignado, enquanto come a sopa do dia a que tem direito.
    Talvez esse povo tenha o que merece!


    Tenho escrito, como sabes, que, infelizmente, penso que esta merda só iria a tiro - se houvesse coragem e gente para o fazer. Eu já não o faço, nem o farei. Faço parte dos cobardes? Creio que sim. A última vez que disparei foi em Angola - e foi para o ar... Mas, não nasci para herói...

    E é por isso, por não ser capaz de premir o gatilho, que anseio que surjam uns bisnetos do Buíça...

    Abç (cobarde?)

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  2. Contundente e certeiro!
    Nada mais preciso escrever pois o meu amigo disse tudo!

    beijinho

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  3. Por concordar contigo, é que afirmo há já bastante tempo que não há inocentes nesta tragédia.

    Que Fernando Moreira de Sá e outros miseráveis se tenham prestado a jogos tão sujos , sob orientação desse asco que é Miguel Relvas,como os que agora sabemos, é algo de indigno ...mas esta manipulação não desculpa totalmente quem escolhe Cavaco após se saber tudo quanto se sabe e/ou Passos , quando era do conhecimento geral a sua nula experiência quer governativa quer laboral.

    Sá diz-se muito surpreendido com as reacções às suas declarações, o que só demonstra a sua enorme falta de decência!!

    Tudo de bom .

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  4. Subscrevo, na íntegra! Só uma ressalva... Se nem no salazarismo de 48 anos, o povo se ergueu, como o vai fazer agora? As FA é que são traidoras, porque apesar de tudo, ainda têm algumas armas na mão - tem é também, chefes acomodados à traição, do governo e PR, ao povo!
    Estou consigo... mas estou também, principalmente contra, os traidores: governo e PR.
    Ass) Manuel Torres

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  5. Não, Carlos, o povo não tem o que merece - apenas são incultos (melhor dizer analfabetos), manipulados, crentes, dormentes. Teremos mesmo que chegar á Idade Média até tomarem consciência do que se passa????

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  6. Continuaremos vergados e humilhados! Temos o que merecemos, sim!

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  7. A aprovação do OE já era esperada.
    E é o sinal de uma democracia doente, de uma disciplina partidária que transforma os eleitos em puros carneiros.

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  8. Nesse Povo há os que merecem e os que não merecem mas, todos aqueles que continuam impávidos e serenos merecem isso e muito mais. Há muita gente por aí que ou fazem parte dos excepcionais (há muitas excepções neste país) ou estão mortos. Já não sei que dizer, nem que pensar dessa gente. Nem o facto de verem o vizinho a passar fome e os filhos a terem que emigrar os faz mexer.

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