quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Et voilà!

Alain Resnais (1922-?)


Começo este mês da francofonia com Alain Resnais.
Bastariam " O Último ano em Marienbad"  ( um dos filmes da minha vida) e "Providence" para incluir Resnais neste tributo ao cinema francês.  No entanto, filmes como Muriel,  "O  meu tio da América"  e "Na Boca Não"  são outras tantas razões que justificam a sua presença. E ficar-me-ia por aqui se há tempos a nossa amiga Ematejoca não me tivesse chamado a atenção para um  outro filme que eu ainda não vira e gostei imenso ( Obrigado pelo conselho, Ematejoca): " É Sempre a Mesma Cantiga" ( On connaît la chanson)
Mas se ainda não viram o último filme de Alain Resnais..." Vocês Ainda Não Viram Nada". E não sabem o que perderam...

3 comentários:

  1. O tipo com quem estive casada treze anos detestava cinema francês porque o achava muito maçador , em parte dou-lhe razão.

    E, mea culpa, conheço este realizador, mas só de nome.

    Bons sonhos, amigo meu

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  2. E o mais famoso, Carlos?
    Hiroshima mon amour.
    Esse nunca pode faltar.
    Aquele abraço!

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  3. «Coeurs» foi o último filme que vi do veterano francês Alain Resnais.

    Seis personagens com vidas marcadas pela solidão e frustrações várias, não à procura de autor, mas sim, à procura de calor humano, num Paris invernoso e sem luzes, enquanto que a neve vai caíndo sem cessar, gélida e impiedosa.

    Quem viu filmes como «Hiroshima, Meu Amor», «O Ano Passado em Marienbad», «On connaît la chanson», «Meu Tio da América» ou «Fumar/Não Fumar» fica um pouco decepcionado com CORAÇÕES.

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