segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Mudança de paradigma



Os bombeiros de Londres confessaram, este fim de semana, estarem fartos de  atender  pedidos de cidadãos envolvidos em fantasias sexuais das quais não se conseguem desenvencilhar. Entre essas fantasias contam-se algemas, aspiradores, anéis  e até uma torradeira.
Os bombeiros londrinos  relacionam esta avalanche inusitada de pedidos de auxílio, com o desejo de as vítimas teatralizarem  as "50 Sombras de Grey", trilogia criada por uma tipa suficientemente esperta para convencer o mundo que era escritora. 
O grande problema destas teatralizações é custarem demasiado dinheiro aos contribuintes  ( cada  "desentalanço" custa  cerca de 300 £ aos contribuintes ingleses), pelo que proponho que o governo português aprenda com o exemplo dos londrinos e adopte desde já uma medida drástica: cada  tuga que recorra aos serviços dos bombeiros para o desenrascar das fantasias sexuais proporcionadas pelas "Sombras de Grey" sofre um agravamento no IRS, para aprender a fantasiar com cuidado e sem ter de recorrer a um manual


9 comentários:

  1. Não li o livro, nem tenho a menor intenção de ler. Mas concordo com a sua solução ou tão somente em se adotar um pagamento que cubra o custo do salvamento. Um indivíduo não se enfia numa casa ou numa floresta a arder de propósito, nem numa inundação de rio ou de canos, mas se esses comportamentos "pouco originais" (chamemos-lhe assim) são voluntários, então os totós que paguem as consequências... :)

    Beijocas!

    ResponderEliminar
  2. Não sabem brincar... ahahahhahahhaha

    ResponderEliminar
  3. Ó Carlos, isto é a silly season ou será o silly Charles?!..... As 50 sombras de Grey? JAMÉ! Nem o meu marido (que, como todos os homens, adora ler e ver sexy phantasies... ) conseguiu acabar o 1º volume...

    Beijinhos (silly enough...)

    ResponderEliminar
  4. Li o post de maio de 2012 e vejo lá o meu comentário. Passado quase um ano e depois de ter ouvido e lido tantos comentários sobre o livro e até termos falado, no local de trabalho, sobre o mesmo e como era tão fraco em termos literários e como tinha chegado à lista dos bestsellers etc, etc, decidi requisitá-lo na biblioteca, creio que no princípio do ano. Sentia curiosidade. Que tipo de livro é este que é tão mau e que tem tanto sucesso $$$$?
    Desnecessário será dizer que esperei meses até levantar um exemplar da biblioteca. Li meia de dúzia de páginas, folheei as restantes e devolvi o livro creio que no dia seguinte ou no outro. Não me recordo de nenhuma torradeira ou de aspiradores. Recordo-me, sim, de ter perdido um tempo precioso. E não tem nada a ver com puritanismo. : )

    ResponderEliminar
  5. Torradeira?
    Eu até tenho muita imaginação, mas não dá para tanto!

    ResponderEliminar
  6. Alto lá, Carlos, com os agravamentos do IRS.

    ResponderEliminar
  7. Confesso que li o primeiro livro da trilogia, influenciada pelo "efeito manada", não gostei! É vulgar, baixo nível, vocabulário pornográfico, em suma, um livro ordinário.
    Na verdade, nunca pensei que houvesse por aí tanta criatividade nas fantasias sexuais, ao que parece, os eletrodomésticos são mesmo excelentes aliados das lides caseiras...

    ResponderEliminar
  8. Não li, nem pretendo ler.
    Muito menos seguir essas fantasias sexuais.
    Portanto, nada de impostos para estes lados :))

    ResponderEliminar

  9. Para já estou safa... ainda não li o livro... o que não quer dizer que não o possa ainda vir a ler! :))
    Não li porque por norma sou avessa a "carneiradas"...
    Quando o livro «O Código Da Vinci» de Dan Brown andava em moda eu preferi ler «A fortaleza digital» e «A conspiração» e só depois de ter visto o filme no cinema fui ler o livro. Foi fácil de o pedir emprestado... pois montes de gente que eu conheço já tinha lido o livro que, por aquela altura, já estava a acumular pó na estante!


    Tax free kisses
    (^^)

    ResponderEliminar