quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Para quê gastar dinheiro em jornais?

Bem podem os jornais engendrar esquemas e tácticas sofisticadas para recuperarem leitores.
Quem vai comprar um jornal para ler coisas destas?

O sacana do etíope

Depois de longa ausência, ei-lo que regressa com um post que subscrevo totalmente. O sacana do etíope devia ir pregar sermões para a terra dele e nós devíamos indignar-nos contra esse careca pestilento.

Bodas de prata

Foi há 25 anos que estes homens ganharam a primeira Taça Intercontinental.
Depois de terem vencido a Taça dos Campeões Europeus, em Maio, os portistas ( já sem Futre que se transferira para o Atlético de Madrid no Verão) foram até Tóquio jogar sobre neve e bateram o então poderoso Peñarol de Montevideo por 2-1.
Muitas outras conquistas se seguiriam ( Liga dos Campeões, duas Taças Uefa, Supertaça Europeia e mais uma Taça Intercontinental) tornando o FC do Porto a equipa portuguesa com mais títulos internacionais ( reconhecidos pela UEFA e FIFA) conquistados em toda a História do futebol português.
Ah, se fosse aquele outro clube a conseguir tal feito, a imprensa desportiva faria primeiras páginas, as televisões programas especiais e a blogosfera estaria cheia de loas aos heróis de Tóquio.
Mas são também essas circunstâncias que fazem o FC do Porto cada vez mais forte e mais reconhecido internacionalmente.
Parabéns aos bravos de Tóquio e a todos aqueles que prolongaram esse feito com novas conquistas, projectando a cidade do Porto e o país além fronteiras.
Obrigado!



Quo Vadis, Assunção?



A presidente da AR já foi figura da semana aqui no CR. Sempre a considerei uma pessoa íntegra e acreditei que desempenhasse o cargo de forma isenta.
Ao ler este comunicado(?)  fiquei decepcionado. Não pelo facto de ela dizer que os cidadãos que prestam declarações em comissões parlamentares não gozam de impunidade ( é uma verdade de La Palisse), mas porque chutou para o lado e não teve a coragem de dizer que nenhum cidadão pode ser alvo de medidas persecutórias, pelas declarações prestadas nessas comissões.
Menos surpreendente é o silêncio daqueles angelicais que, de branco vestidos, foram para a porta da AR defender a liberdade de expressão que afirmavam estar a ser vilmente atacada por Sócrates e cujas principais vítimas eram esses exemplos do jornalismo sério, como Mário Crespo e Manuela Moura Guedes.
Entre essas dezenas de manifestantes estavam alguns jornalistas que hoje se acoitam no gabinete de Relvas e de outros membros do governo menos desaconselháveis. Perante o caso de Nuno Santos remetem-se cobardemente ao silêncio. Alguns deles já sabia que se vendiam por qualquer preço a quem comprasse a sua cumplicidade. O jornalismo para eles sempre foi um negócio e uma via fácil para o carreirismo e a liberdade de expressão, arma de arremesso político que utilizaram como mero instrumento para a prossecução dos seus insondáveis interesses.
De Assunção Esteves é que esperava um pouco mais de dignidade e coerência.