quinta-feira, 25 de outubro de 2012

O silogismo do C...

As premissas:
1-Um militar da GNR mandou o chefe para o c... e foi parar ao banco dos réus
2- O juiz absolveu-o, com o argumento de que mandar o chefe para o c... não é insulto

Conclusão
Passos Coelho é nosso chefe, por isso podemos mandá-lo para o c...

Adenda: as premissas são reais e ocorreram numa comarca de Trás os Montes ( salvo erro, Alijó) 

Há qualquer coisa que me escapa...

Francisco Louçã anunciou a saída do Parlamento. A sua voz vai fazer muita falta e apenas pergunto: porque não esperou pela discussão do OE 2013? Há aqui qualquer coisa que não bate certo...

E que tal um Nobel para a infâmia?

Numa época em que aumenta a pobreza na Europa, seria de esperar que os burrocratas da Comissão Europeia tentassem um acordo para reforçar o apoio a famílias carenciadas. Isso seria a decisão de qualquer comum mortal...mas não a forma de pensar daqueles cabeças de porco. Por isso decidiram que, a partir do próximo ano, o Programa Comunitário de Ajuda Alimentar a carenciados desapareça, e as verbas da Acção Social Europeia sejam reduzidas dos 500 milhões anuais, para 375!
A isto podia chamar-se pensar com os pés mas, como aqueles cabeçudos não pensam, talvez seja melhor começar a pensar em atribuir-lhes o Nobel da Infâmia. 

O filho do meio


O filho do meio é uma espécie de recheio da sanduiche familiar. Não tem os privilégios do filho mais velho, nem as atenções do mais novo, mas é sempre alvo de comparações com ambos.
Na cena europeia, Portugal ocupa hoje esse indesejável lugar. Os pais europeus não lhe concedem os privilégios da Grécia, nem lhe prestam a mesma atenção que à Espanha. Apenas se limitam a fazer comparações, apontando defeitos e (algumas) virtudes que o diferenciam dos irmãos, realçando as primeiras e menorizando as segundas.
Como qualquer filho do meio, Portugal quer evidenciar-se, conquistar o apreço dos pais e distanciar-se das comparações com os irmãos, mas nem o facto de ser bom aluno concita grande atenção dos progenitores. Quando o filho meio chega a adulto torna-se, muitas vezes, o filho rebelde para marcar a diferença e atrair as atenções. Para o conseguir, no entanto, tem de ter cabeça e não deitar tudo a perder. Procurar bons amigos e boas companhias é essencial para obter o reconhecimento familiar. Desgraçadamente, Portugal anda em más companhias e não tem cabeça, por isso é  um caso perdido. O filho enjeitado que os pais apontarão, mais cedo ou mais tarde, como a ovelha tresmalhada, cujo exemplo não deve ser seguido no seio familiar. 
É entre os filhos do meio que há mais psicopatas, frustrados e casos de suicídio. Portugal está quase a suicidar-se, porque anda em más companhias, não teve bons mestres e não conseguiu ser bom aluno. 

Muito obrigado!

A todos os leitores que me enviaram os parabéns através do blog, do FB, por e-mail, ou por telefone.
A partir de determinada idade, receber os parabéns soa algo estranho. Tanto, como pensar que há 27 anos, quando a minha idade se escrevia com os mesmos números da actual, mas em ordem inversa, comemorei o meu aniversário com um jantar de despedida, pois no dia seguinte partia para a ex- Jugoslávia.
Como eu gostava poder ter celebrado da mesma forma este aniversário!