quinta-feira, 5 de julho de 2012

Nação valente!



O tuga é uma sub-espécie do português que se caracteriza pela sua valentia.
Bate nas mulheres e, se possível, mata-as.
Na estrada anda constantemente a soltar impropérios para o condutor que segue à sua frente na auto-estrada a 130kms/hora. Exige que ele vá ainda mais depressa, para não lhe barrar o caminho.
Na repartição de finanças, agride o funcionário que está a cumprir a lei.
No Hospital, insulta a enfermeira que não o coloca à frente de todos os outros, porque é uma incompetente e ainda não percebeu que o seu caso é o mais dramático na sala de espera.
Quando o governo lhe retira todos os direitos e rouba os subsídios de Natal e férias, resigna-se e ainda insulta os portugueses que fazem greve ou se manifestam nas ruas contra a política seguida.
O tuga  está-se nas tintas para a democracia. Troca-a por dinheiro que lhe permita ostentar aquilo que possa provocar inveja ao vizinho. O tuga é um miserável. Cheira mal da boca. Morra o tuga. Morra! Pum!

A garrafa termos

Foi em 1896 que um escocês descobriu os efeitos térmicos da liquefação dos gases. Infelizmente para ele, nunca percebeu bem a utilidade da sua descoberta fora dos laboratórios científicos.
Mais pragmáticos, os alemães descobriram o filão  e criaram a garrafa termos, objecto indispensável nos picnics para manter o café quente, ou os sumos frios.