quarta-feira, 11 de abril de 2012

Fidel, I love you!

Portugal em BD

No meu tempo o senhor presidente do conselho comportava-se como o Tio Patinhas. Aferrolhava o dinheiro num cofre e não desenvolvia o país.
Agora o sr. Presidente do Conselho comporta-se como o Pinóquio  enganando os portugueses...

e em vez de desenvolver o país, vende tudo o que é NOSSO e distribui o dinheiro pelos amigos.

Crédito das imagens: Pedro Ramos de Andrade (2) e We Have Kaos in the Garden (3)

Livrem-me deste filme, please!

"Esta é a geração que tem o poder para mudar o mundo"  diz o jovem Miguel Gonçalves. Fui ler a entrevista e fiquei a conhecer a receita. Trabalhar 14 horas por dia, comer à pressa e dormir pouco.
Não sei onde está a originalidade, os chineses já aplicam a receita há muitos anos!...
 Se é isso que os jovens querem para o seu futuro, os mais espertos vão escolher a psiquiatria como profissão.
É que o futuro sonhado por este jovem, só tem uma saída possível: o manicómio.

Se este país é uma merda...

...a culpa não é apenas de um primeiro-ministro narcisista e aldrabão  que esmifra o povo, sob o pretexto de ser preciso preservar a imagem do país lá fora. É também de directores de jornais que escrevem artigos como este. 

Conta-me histórias, Aníbal!

Cavaco Silva andou  calado durante uns dias. O CR foi investigar e descobriu que o silêncio do PR se ficou a dever a uma profunda reflexão para encontrar  uma desculpa  que justifique a promulgação do fim dos feriados de 5 de Outubro e 1 de Dezembro.
  Nós já estamos habituados a desculpas esfarrapadas, veja lá se agora é um bocadinho mais criativo, porque os portugueses andam a precisar de dar umas boas gargalhadas para aliviar a tensão e Vocelência já demonstrou ser muito bom em matéria de palhaçadas.  Como esta lei demonstra, aliás...


Em tempo: Afinal ontem voltou a abrir a boca mas, para dizer bacoradas como esta, mais valia ter continuado calado. Sabe o que era de interesse nacional? Que tivesse mais tino e deixasse essa tendência para ser uma réplica do Tomás.

Vozes de Abril (8)

São apenas  dois minutos. Mas são magistrais, não vos parece?