terça-feira, 20 de março de 2012

Aviso à navegação

Por razões que desconheço, as actualizações dos meus posts deixaram de estar visíveis nos vossos blogs. Decidi, por isso, partilhá-los no Google +  Twitter e Facebook, até que o problema esteja resolvido.

As notas de que ele gosta são outras...

António Borges sempre gostou de lidar com notas. Porém, ao contrário de Frei Hermano da Câmara, o seu sonho  não foi ser fadista... as notas de que ele gosta não são as da guitarra portuguesa,mas as do banco a cair na sua conta bancária. Vai daí, em vez de se entregar a Cristo, entrega-se a Coelho, Alexandre Soares dos Santos e a todos aqueles que se prontifiquem a engordar-lhe a continha. Um verdadeiro artista, este novo recruta do Pingo Doce que ainda há meia dúzia de meses se demitiu do FMI e já colecciona três empregos de alto rendimento. Quem foi que disse que em Portugal há falta de empregos e os salários são baixos?

Paris/ Lisboa (sem portagens)


Com o lançamento do livro “Caminho Aberto”, António Costa transferiu de Paris para Lisboa a contestação a António José Seguro. O actual líder do PS passou a ser, definitivamente, um líder a prazo. Um alívio para os que exasperam com a inépcia de Seguro e uma dor de cabeça para o quartel da São Caetano à Lapa.

A outra face das Mulheres de Ferro



Em 2006, Ellen Johnson Sirleaf  ficou conhecida no mundo inteiro.Motivo?  Era  a primeira mulher a assumir a presidência de um país africano,  sucedendo  a Charles Taylor, o ditador liberiano julgado pelo TPI por crimes contra a humanidade, da qual fora fervorosa apoiante.
Condenada a 10 anos de prisão – que não chegaria a cumprir-  por críticas ao regime militar,  Ellen teve uma vida profissional ligada a instituições financeiras como o CityBank e dirigiu a delegação africana do PNUD ( Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) . Conhecida no seu país como “ A Dama de Ferro”,  esta liberiana destacou-se pela sua luta em defesa dos direitos das mulheres, o que lhe viria  a valer a atribuição, em 2011, do Prémio Nobel da Paz.
Ellen Sirleaf,  exemplo da defesa dos direitos das mulheres, não tem igual opinião sobre a defesa  dos direitos humanos, que só devem ser aplicados a alguns.
Se houver alguma dignidade, espera-se que o Prémio Nobel lhe seja retirado. Em nome da defesa dos direitos humanos. Na verdade, nunca lhe deveria ter sido atribuído, pois uma pessoa que apoiou um criminoso como Charles Taylor, nunca deveria ter sido galardoada com um Nobel.

AUTOGÉNESE