quinta-feira, 1 de março de 2012

Atenção,tarados sexuais!

Chegou o produto ideal para vocês. Inventado em Portugal, espero que ajude a aumentar as exportações

Toma lá que já almoçaste...

Ontem, durante uma acção de formação numa escola da margem sul, uma aluna disse-me:
- Eu sou de Ciências, para que me  interessa a História? O importante é o momento presente e o futuro.
Ia responder,mas um miúdo adiantou-se:
- A pensares assim ainda chegas a ministra!
( Cena rigorosamente verdadeira)

Cuidado com elas...

Assinala-se, no próximo dia 8 de Março, o Dia Internacional da Mulher. Os leitores que me seguem há mais tempo conhecem a minha opinião sobre esse dia e sabem que nos dois últimos anos, durante o mês de Março, publiquei diariamente biografias de mulheres ( portuguesas e estrangeiras) que se distinguiram na luta pela conquista dos direitos das mulheres.
A longa luta travada pelas mulheres está longe de estar terminada. Disso temos notícia todos os dias. No entanto, os progressos foram muito significativos em todos os países ocidentais. 
Este ano não deixarei de publicar aqui algumas biografias de mulheres notáveis, especialmente no hemisfério sul.
Constato, por outro lado, a emergência de mulheres que, chegadas ao poder, se transformam em autênticas déspotas. Não me refiro ao caso perdido da Angie, porque ainda tenho dúvidas que ela seja mesmo mulher.   ( Lembro que Merkel viveu e  foi educada na ex-RDA, país que deu nas vistas no desporto feminino, nas décadas de 70   e 80 do século passado. Na natação e no atletismo conquistaram dezenas  de medalhas e bateram sucessivos recordes mas, mais tarde, veio a saber-se que tais resultados só tinham sido possíveis  graças a truques da biotecnologia, onde as hormonas masculinas desempenharam um papel determinante. Disse-me uma joaninha  que algumas delas hoje em dia têm  barba e garbosas bigodaças e fazem parte da guarda pretoriana de Merkel, trajando indumentária masculina).
Os casos que aqui vos irei trazer ocorrem não apenas na política, mas sim nos mais diversos sectores de actividade, com especila ênfase na administração pública, onde já são maioritárias e transformaram alguns serviços em coutadas femininas, fazendo lembrar o tempo de algumas guildas onde a democracia era inexistente.
 Não deixarei, por outro lado, de focar alguns casos  que me perecem merecer alguma reflexão quanto ao percurso que está a ser seguido, no intuito de equiparar homens e mulheres e que, em minha opinião, são pouco abonatórios para o sexo feminino. Será a partir de segunda-feira e espero não levar com tomates e ovos podres na caixa de comentários.

Do Convento para o bordel

As irmãs Oblatas lá devem ter pensado..."Se não as consegues combater, junta-te a elas"

Duetos (16)