quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Às arrecuas

Há uns meses comecei a ler alguns desabafos de pessoas estupefactas com os malabarismos deste governo: " Volta Sócrates que estás perdoado!"
Há umas semanas,quando se tornou evidente que a única coisa que este governo sabe fazer é arranjar trapalhadas, comecei a ler" Volta Pedro Santana Lopes", que estás perdoado.
Ontem, alguém comentava o acto de contrição de Guterres e dizia: " Volta Guterres, que estás perdoado".
Assim, sempre às arrecuas, também já vai havendo por aí quem peça em surdina o regresso de Salazar.
Portugal está a precisar de um daqueles sinais sonoros utilizados nos automóveis que servem de aviso para não embater na parede ou no carro de trás. De bater com estrondo na parede já não nos safamos, mas ao menos que batamos de frente e  se evite a ressurreição da PIDE, as suas torturas e crimes. 

7 comentários:

  1. Perdoado pode estar (Sócrates);
    ele é que não quer voltar!!!

    Quanto ao regresso de Salazar é coisa mais difícil, embora não seja coisa impossível, quando me lembro da ressurreição daquele judeu de 33 anos.

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  2. Vamos mas é em frente... haja quem atine no caminho :)

    Tentando voltar com calma aos blogues venho deixar-lhe também votos de boas festas e que 2013 não seja tão mau assim :)

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  3. Pois eu cá ainda digo mais.
    Deviamos era todos ter um detector de obstáculos e só assim evitariamos grandes e prejudiciais embates!
    Continua a aproveitar, Carlos, que a vida passa num sopro!

    Beijinhos e boas entradas em 2013.

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  4. Essa coisa do "Ó tempo volta pra trás" nunca me agradou, Carlos.
    Nem na canção do Mourão!! :))
    Agora é mais boas saídas, melhores entradas, um Maravilhoso 2013!!
    Aquele abraço

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  5. Com tantas arrecuas, qualquer dia ainda esbarramos com o D. Afonso Henriques em plena guerra com o primo e Castela... Não há pachorra! ;)

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  6. Este povo, que nunca está contente com quem tem, está sempre a sentir saudades dos que já mandaram embora. Somos um bom bocado estranhos! E nunca olhamos para a frente: sempre à espera de um qualquer Messias, um qualquer D. Sebastião que nos salve e que mande em nós. Mas sempre com espírito de Velhos do Restelo!

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