segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Um país de "patas arriba"


Foi esta a frase que o "El Mundo" escolheu para noticiar o episódio do içar da bandeira no 5 de Outubro.
Outros episódios, porém,  se podem enquadrar na mesma frase:
- António Costa fez de PR e líder da oposição
- Cavaco fez de líder do PSD
- Em vez de um grupo de homens a manifestarem o desagrado popular, foram duas mulheres que, cada uma à sua maneira, mostraram a sua raiva contra  os súbditos da troika

10 comentários:

  1. Sempre é melhor uma bandeira de pernas para o ar, do que ouvir frases como esta:

    «As leis são como as mulheres, existem para ser violadas».

    A Espanha tem um conselheiro do Governo senil e sem vergonha e um rei assassino (nunca lhe perdoei a morte do elefante), por isso, o "El Mundo" fazia melhor não se meter nos acontecimentos inofensivos do país vizinho!!!

    O Carlos queria que um grupo de homens manifestasse o seu desagrado com cantos líricos ou com duas balas na cabeça do Cavaco?

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    1. 'ematejoca'
      Não, não é pior a frase referida.
      Explico porquê: o que se passou com a bandeira é de uma falta de respeito, de bom senso, de tudo.
      Não se brinca - e o que se passou foi pior que brincar - com o símbolo da Pátria.

      A frase do outro ofendeu as mulheres mas, apesar de ter constituído um episódio de muito mau gosto, não se compara, com o devido respeito, ao acontecimento VERGONHOSO da bandeira.
      Já para não falar do resto...

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    2. Eu cá prefiro ver a bandeira portuguesa de pernas para o ar do que ser VIOLADA!!!

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    3. Também não me importo de ver a bandeira portuguesa de pernas para o ar, desde que esteja na arrumação. Nunca em público e muito menos içada por dois incompetentes.
      Violação ... nunca, Amiga.
      Cada coisa no seu lugar.

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    1. Pudera, Observador... este País virou um disparate só e por muito que não queiramos estamos lá... penso eu!

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  3. Içar uma bandeira ao contrário é um sinal claro, de que forças hostis assumiram o controlo das operações/instalações, neste caso de Portugal.
    Compreendo que os dirigentes políticos, não o possam afirmar em praça pública ou na comunicação social, dado que todos os meios subjacentes estão controlados por esta suposta elite que se apoderou do país enquanto tenta a todo o custo se apoderar dos portugueses.
    O grau de controlo ao qual as nossas supostas instituições democráticas e legitimas estão submetidas, nunca poderia ser conseguido sem a conivência clara de uma elite de portugueses, que defendem os interesses desta gente diariamente nos media, também eles controlados pelos mesmos.

    Só assim se explicam os financiamentos avultadíssimos, as medidas estapafúrdias, a legitimação do logro, os desmandos legislativos, a corrupção, as jogadas de bastidores e a decepção das massas televisionada.

    Tudo o que se passa diariamente, faz parte de um xadrez global, há muito previsto.
    Nesta versão século XXI do feudalismo, estes grupos acham-se no direito de condicionar negativamente a vida de milhões de cidadãos pelo mundo fora, controlando os fluxos migratórios, as guerras, os recursos disponíveis, os preços, empestando tudo!

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  4. Duas balas na testa, não fariam muita mossa e a Maria Antonieta, foi decapitada em praça pública por muito menos. Bem sei que não é politicamente correcto dizer uma coisa destas hoje em dia, mas para grandes males, grandes remédios e não considero isto um disparate, ou será que os actos de traição nacional, passam impunes e têm de ser colectivamente bem vistos e aceites? Há muitos a precisar de balas entre os olhos por esse país fora!

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    1. Na mouche!
      O que muitas pessoas consideram um fait divers de somenos importância, uma anedota, é um caso muito sério. A bandeira nacional ao contrário é um sinal de capitulação, de submissão. Não se pode passar ao lado de uma coisa destas. Há que apurar responsáveis e castigá-los exemplarmente. No mínimo um pedido de desculpas ao povo português. É uma coisa nós sabermos que somos conduzidos por um bando de idiotas incompetentes, mas dar azo a ler isso na imprensa estrangeira, é muito, muito mau. Querem capitular? Estejam à vontadinha. Reformem-se. Vão para casa coser meias. POrtugal agradece.

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  5. Hoje escrevi sobra esse caso.
    Demasiado grave, Carlos, demasiado grave.

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