quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Para esta gente há sempre emprego

Para este tipo de professores e gente da sua igualha, nunca faltarão colocações. No âmago da sua arrogância, Nuno Crato e Vítor Gaspar não deixarão de aplaudir a decisão desta energúmena

8 comentários:

  1. Olá, Carlos.
    Na minha opinião, nem mesmo o Vítos Gaspar ou o NC aplaudirão uma decisão destas! Eles só aplaudem aquilo que podem adjectivar e isto não tem adjetivos possíveis.

    ResponderEliminar
  2. Temos que resistir sim, porque Passos e Portas estão a colocar-nos num abismo.

    Seria mais honesto da parte do Governo, encostarem-nos contra uma parede e fuzilarem-nos : pelo menos, poupariam o terrível sofrimento que estão impondo deliberadamente a um número crescente de pessoas.

    Vergonhosamente, Portugal está cada vez mais a ser o país em que o fosso entre pobres e ricos se alarga.O que não sur+reendem dada a desaparição da classe média , sugada até à medula.

    A besta (desculpe o termo, mas não há outro) que tem a coragem de deixar uma criança sem almoço porque a família não paga uns míseros 30 euros é ainda mais inafeme porque - até por profissão deveria defender as crianças.

    Esta idiota está ao nível dos nazis que assassinaram milhões de pessoas de todas as idades, crenças e nacionalidades porque simplesmente cumpriam ordens!!

    Deve ser recompensada na próxima distribuição de condecorações, decerto!

    Um bom dia, meu amigo.

    ResponderEliminar
  3. É arrepiante o que se passou nesta escola!
    E as coisas vão piorar com este OE!
    Espero que situações destas não voltem a acontecer, já há uma petição com 600 pedidos para a demissão da criatura!

    ResponderEliminar
  4. O que eu acho estranho, é que, até ao 4ºano, para os dois primeiros escalões do abono de família a refeição é completamente gratuita e o meu miúdo que agora anda no 6º, na altura em que esteve na básica, passaram-se casos semelhantes mas em que os miúdos continuavam a almoçar, no entanto, a firma que servia os almoços ameaçou parar o fornecimento, por ter muitos pagamentos em atraso, e quem sairia mais prejudicado, naturalmente, que seriam as crianças cujas famílias tivessem maiores dificuldades e muitas delas, tinham apenas a refeição completa da escola.
    Neste caso, suspeito muito da mãe, e dela não ter capacidade de pagar os 30€ mensais e porquê? Porque vi muitas mães que até tinham as refeições gratuitas, darem o pequeno almoço aos filhos na pastelaria e, que eu, apesar de não ter isenção de pagamento, me seria completamente impossível em fazer o mesmo.
    Como também ouvi que houve casos de dívidas que foram, simplesmente, anuladas porque como os escalões se referem ao irs do ano anterior e as pessoas podem ficar desempregadas sem ainda estarem referenciadas no irs que será entregue no ano seguinte, suponho que em caso de dificuldades comprovadas esta mãe poderia ter resolvido o assunto sem ter posto em risco a filha e ela passar por uma situação destas.
    Uma coisa é certa, não posso ajuizar convenientemente esta situação, mas uma coisa sei, há mães que até deixam de comer para o darem aos filhos e há outras que não deviam sequer ter o direito de ser mães e, às vezes, basta meia dúzia destas para facilmente prejudicarem todas as outras, especialmente as que realmente precisam.
    Era mais fácil atacar esta situação, e condenar a priori a directora mas a minha consciência nunca me deixa simplificar estas situações, apesar de andarmos todos com vontade de bater em alguém tentemos, no mínimo e sem enganos, fazê-lo na pessoa certa.
    Claro que isto de não embarcar na opinião da maioria, não é fácil... mas primeiro, tenho que viver bem comigo e não sou capaz de dizer aquilo que não penso :)

    Bjos

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Isa, quero apenas saudá-la pela sua coragem. Eu partilho a sua opinião, detesto não conhecer os factos todos antes de emitir juízos. Ontem quando vi a reportagem também achei muito estranho não ver uns pais desesperados a acusar a escola de crueldade para com a filha. Onde estavam eles?...
      Admito que a situação tenha sido mal conduzida, especialmente no que toca à estigmatização da criança, que não tem culpa. Talvez houvesse forma mais diplomática de resolver a questão. Mas uma coisa é certa: por muitas dificuldades que se passe não acredito que se coloque em causa a refeição de um filho se se for uma pessoa de bem. Pessoas honradas, mesmo sem posses, vão à escola, explicam, tentam arranjar uma solução de compromisso. Pessoas honradas não partem do princípio de que podem impunemente confiar a outrém a obrigação de alimentar os filhos. É uma questão de princípios, e de respeito. E acredito que a directora não tenha tomado esta decisão de ânimo leve. Talvez esta criança tenha sido usada como exemplo, para traçar um limite. Porque se há, como se disse na reportagem, uma dívida de 20 mil euros que pode por em questão o fornecimento das refeições, a directora tem obrigação de travar a escalada de incumprimentos. Ou corre o risco de não ter comida para dar a criança nenhuma. E depois vêm os pais pagantes dizer que ela devia ter feito alguma coisa antes. Estas coisas não são a preto e branco, lamentavelmente.

      Eliminar
  5. Disse o que tinha a dizer - e fui brando - no meu blogue.

    Digo, aqui, duas coisas: à 'Rosa dos Ventos?, não, isto não tem nada a ver com orçamentos. Antes com mentes perversas e desumanismo;
    À Isa, que algumas escolas estão a fugir com o rabo à seringa e tornaram-se subsídio-dependentes. Se a Câmara lá do sítio entrar com algum, tanto melhor.

    O meu parecer: demita-se esta directora com efeitos rectroactivos à idade da nascença.

    ResponderEliminar
  6. As coisas nem sempre são o que parecem, muito menos quando são descritas no Correio da Manhã.

    ResponderEliminar
  7. Segui o link, só de positivo, ter havido uma funcionária que quis pagar o almoço à pequenina (foi o que pensei que quereria fazer) e não percebo é porque é que não a deixaram.

    ResponderEliminar