quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Governo cortou feriados, mas cria Dias Nacionais de...


Ontem celebrou-se o Dia Mundial da Alimentação e ficámos a conhecer esta história muito nobre.
Hoje assinalou-se o Dia Mundial  para Erradicação da Pobreza e ficámos a saber que a pobreza em Portugal está próxima de atingir os 30% e em Lisboa atingiu estes números astronómicos.
No próximo ano o governo  propõe-se assinalar o Dia Nacional da Subnutrição, e o Dia Nacional para a Erradicação da Classe Média, para agradar ao Gaspar. 

9 comentários:

  1. Convém perceber que os nossos queridos governantes ainda não decidiram, de forma clara e inequívoca, a questão dos feriados.

    A criação dos Dias Nacionais de qualquer coisa, é obra!!!

    Para quando o Dia - que pode ser único - Nacional da Saída do Governo?

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  2. Carlos, post a post descubro-o cada vez mais engenhoso em patrocinar e gozar com o gozo...
    Estou cada vez mais convencido que anda (deveras) divertido...

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  3. Penso que já não existe classe média!
    O (des)governo ainda não se apercebeu que já acabou com ela há uns tempos!

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    1. Claro que existe classe média... A questão é a saber qual o valor do rendimento a partir do qual se considera!

      Aliás enquanto existir SISTEMA MONETÁRIO baseado nas actuais REGRAS vai sempre existir ESCRAVOS, CLASSE BAIXA, MÉDIA, ALTA e os DONOS...

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  4. Olá a todos...

    Desculpa Carlos pelo que vou deixar aqui pois é completamente fora do tema da mensagem... No entanto é de enorme importância, pois apesar de ter sido publicado no "National Center for Biotechnology Information, U.S. National Library of Medicine, PubMed" tenho a certeza que nunca irá passar nas televisões para avisar as mulheres (até 26 anos) e, pelo que sei, os rapazes, para os riscos sérios de tal vacinação!

    "Foi realizada uma revisão sistemática de vacina contra o HPV pré e pós-licenciamento, ensaios para avaliar a evidência da sua eficácia e segurança. Nós achamos que a vacina contra o HPV projecto de ensaios clínicos, e os dados de interpretação de ambos os resultados de eficácia e segurança, foram em grande parte inadequada. Além disso, observamos evidências de relatório selectivo de resultados de ensaios clínicos (ou seja, a exclusão de eficácia da vacina números relativos a estudar subgrupos em que a eficácia pode ser menor ou até mesmo negativa de publicações peer-reviewed). Diante disso, o optimismo generalizado sobre vacinas contra o HPV benefícios de longo prazo parece repousar sobre uma série de pressupostos não comprovados (ou tais que estão na estranha com evidência factual) interpretação e significativa de dados disponíveis. Por exemplo, a afirmação de que a vacinação contra o HPV resultará em cerca de 70% de redução dos casos de câncer do colo do útero é feita apesar do fato de que os dados de ensaios clínicos não demonstraram até agora que as vacinas têm realmente impedido um único caso de câncer cervical (câncer de deixar sozinho cervical morte), nem que as actuais excessivamente optimistas substitutos marcador baseados em extrapolações são justificadas. Da mesma forma, a noção de que vacinas contra o HPV têm um perfil de segurança impressionante só é suportado pelo design altamente falho de testes de segurança e é contrária ao acúmulo de evidências de bancos de dados de segurança de vacinas de vigilância e relatos de casos que continuam a vincular a vacinação contra o HPV resultados adversos graves (incluindo morte e incapacidades permanentes). Nós, portanto, concluímos que uma maior redução dos casos de câncer do colo do útero pode ser melhor alcançada por meio da optimização de rastreio do colo do útero (o que não acarreta riscos tais) e orientar outros factores da doença do que pela dependência de vacinas com eficácia questionável e perfis de segurança." FONTE

    Mas enfim... Não é a nada de novo, o importante é VENDER E LUCRAR...

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  5. «Portugal vai ter mais de três milhões de pobres

    Austeridade está a levar à "democratização da pobreza".
    ...
    O presidente da Rede Europeia Anti-Pobreza afirma que o Orçamento do Estado vai deixar Portugal com "mais de três milhões de pobres. É 30% da população, mas há quem defenda que será mais que isso.
    Ninguém arrisca dizer qual o número de pobres que Portugal terá em 2013 porque a Intervenção Social, "será maior do que os indicadores medem". Mais de três milhões? "É possível".
    ...
    A novidade desta crise, "é a quantidade de pessoas que estão em processo de empobrecimento, apesar de terem qualificações, habitação própria ou outros níveis de conforto. O pobre já não é o grupo social que gozava de má imagem e a quem todos os pecados eram atribuídos".»
    http://www.dn.pt/

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  6. Isto não é um país, é um esgoto!

    http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=R_BWnhGK1wc

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  7. Carlos,
    Esta é a face mais aterradora da tal crise.
    A miséria, a fome.
    Tantas vezes, envergonhadas, escondidas.
    Não o casal com 150 000 euros de rendimento anual que vai ter que descontar mais 10 000 e que já não pode fazer tantas "fêrias".
    Esse metem-me nojo!!

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