quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Legitimidade, o tanas!

Os caramelos que cegamente continuam a defender que este governo tem legitimidade para governar ou andam a comer do pote, ou são absolutamente néscios.
É verdade que foi eleito com os votos dos portugueses, mas os eleitores votaram num programa que o governo rasgou poucos dias depois de pôr as patas no pote.
Admitir a legitimidade de um governo que não cumpre minimamente o seu programa, é o mesmo que aceitar que quando alguém compra um produto ( automóvel, electrodoméstico, etc) com um prazo de garantia está sujeito, em caso de avaria a aceitar que o vendedor lhe diga que a garantia era só uma estratégia de marketing.
Este governo está avariado e nós, eleitores (consumidores) temos o direito de exigir que nos dêem um governo novo, ou nos indemnizem por incumprimento.
Um grupo de bandidos e de loucos nunca pode ser legitimado pelo voto popular.

3 comentários:

  1. "Tem pai que é cego"!
    Foi para isto que tantos da minha geração e da anterior à minha lutaram? Esta questão bate vezes sem conta na minha cabeça.
    Os meus filhos já nasceram em democracia, ou eu pensava que sim, hoje tremo a pensar no seu futuro e no dos meus netos.

    ResponderEliminar
  2. Quem diz que o governo tem legitimidade ou é parvo ou não conhece o significado do termo (legitimidade).

    ResponderEliminar
  3. É isso mesmo, Carlos! Quando nos vendem gato por lebre, temos direito de reclamar ou de processar quem nos impingiu um produto em mau estado. Agora se os eleitos prometeram uma coisa na campanha e depois fizeram outra completamente, onde está a legitimidade deles? Mal comparado, fez-me lembrar a ascensão de Hitler ao poder: pouco depois de ser eleito, mandou incendiar o Reichstag... É sempre um perigo eleger ditadores, por isso mesmo!

    ResponderEliminar