sexta-feira, 22 de junho de 2012

O futuro que queremos?

O documento de compromissos assinado durante a Rio+20  chama-se " O futuro que queremos".
Obviamente, tem-se prestado a inúmeras críticas, pois não corresponde àquilo que a maioria dos cidadãos quer, mas sim ao que um grande número de países exige que se cumpra, para defender os interesses económicos e financeiros  de cada um.
É consensual que "O futuro que queremos", defendido pela maioria dos governantes ocidentais, é aquele em que os governos não se comprometam com metas a atingir e vão empurrando os problemas com a barriga, adiando a sua resolução para as gerações futuras. 
"Daqui a duas ou três gerações, o futuro que eles querem resumir-se-á à destruição das florestas tropicais e  privatização dos recursos naturais como a água e as energias renováveis"- comenta uma jornalista chilena.

4 comentários:

  1. É mesmo uma pena que tudo seja muito mais marketing do que comprometimento.

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  2. Mas será que a ecologia diz alguma coisa aos governantes? Basta olhar para o que se faz e se diz por cá para chegarmos à conclusão que o futuro das gerações só é ameaçado pelas PPP's, pelo investimento do estado, pela solidariedade social ou pelo SNS, tudo o resto é como o minuto verde da Quercus; muito lindo mas sem influenciar nada, nem ninguém.

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  3. É como bater no ceguinho!
    E logo ali tão perto, com o exemplo da Amazónia, despedaçada a cada dia que passa, para satisfazer os interesses dos gananciosos do costume.

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  4. Infelizmente, a jornalista chilena está coberta de razão... :(((

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