quinta-feira, 29 de março de 2012

A morte saiu à rua

                                                                (1924-2012)

Morreu Millôr Fernandes um polivalente da palavra.  Foi jornalista, escritor, tradutor, poeta, humorista e um lutador contra a ditadura brasileira. Um monstro da literatura e do jornalismo brasileiros que, no meu tempo, qualquer aprendiz de jornalista aprendia a admirar.
Há dias transcrevi aqui um poema dele. Aconselho, a quem não leu, que vá espreitar aqui.

7 comentários:

  1. O Humor brasileiro está de luto; após Chico Anísio, agora, Millôr Fernandes...

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  2. Estamos mais pobres. Que fique o seu valor e o seu exemplo. Disse ele: "Viver é desenhar sem borracha" Dele disse o cartunista Laerte Coutinho. “Ele deixou carne para a gente se alimentar por muito tempo. Material para a gente curtir durante séculos, uma obra enorme. Tenho certeza que estaremos lendo Millôr Fernandes por décadas.”

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  3. Li a (má) notícia há pouco.
    Na mesma semana despedimo-nos do Chico Anysio e do Millôr Fenandes :(

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  4. É, também li ontem a notícia! E mesmo não conhecendo profundamente a sua obra, tenho ideia que se perdeu uma grande homem e homem de letras...

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  5. Carlos
    Embora a lei da vida também inclua a morte, custa sempre ver partir alguem de quem gostamos, mesmo que sós os conheçamos pelas suas obras.
    Ficam as heranças.
    Abraço
    Rodrigo

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  6. Uma má e triste notícia!
    As minhas sinceras homenagens.

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  7. Mais uma perda para a literatura...haverá uma grande biblioteca, algures...

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