Assinala-se, no próximo dia 8 de Março, o Dia Internacional da Mulher. Os leitores que me seguem há mais tempo conhecem a minha opinião sobre esse dia e sabem que nos dois últimos anos, durante o mês de Março, publiquei diariamente biografias de mulheres ( portuguesas e estrangeiras) que se distinguiram na luta pela conquista dos direitos das mulheres.
A longa luta travada pelas mulheres está longe de estar terminada. Disso temos notícia todos os dias. No entanto, os progressos foram muito significativos em todos os países ocidentais.
Este ano não deixarei de publicar aqui algumas biografias de mulheres notáveis, especialmente no hemisfério sul.
Constato, por outro lado, a emergência de mulheres que, chegadas ao poder, se transformam em autênticas déspotas. Não me refiro ao caso perdido da Angie, porque ainda tenho dúvidas que ela seja mesmo mulher. ( Lembro que Merkel viveu e foi educada na ex-RDA, país que deu nas vistas no desporto feminino, nas décadas de 70 e 80 do século passado. Na natação e no atletismo conquistaram dezenas de medalhas e bateram sucessivos recordes mas, mais tarde, veio a saber-se que tais resultados só tinham sido possíveis graças a truques da biotecnologia, onde as hormonas masculinas desempenharam um papel determinante. Disse-me uma joaninha que algumas delas hoje em dia têm barba e garbosas bigodaças e fazem parte da guarda pretoriana de Merkel, trajando indumentária masculina).
Os casos que aqui vos irei trazer ocorrem não apenas na política, mas sim nos mais diversos sectores de actividade, com especila ênfase na administração pública, onde já são maioritárias e transformaram alguns serviços em coutadas femininas, fazendo lembrar o tempo de algumas guildas onde a democracia era inexistente.
Não deixarei, por outro lado, de focar alguns casos que me perecem merecer alguma reflexão quanto ao percurso que está a ser seguido, no intuito de equiparar homens e mulheres e que, em minha opinião, são pouco abonatórios para o sexo feminino. Será a partir de segunda-feira e espero não levar com tomates e ovos podres na caixa de comentários.
Espero Ver aí algumas das mulheres que tenho como referência.
ResponderEliminarUm abraço
Eu cá nem preciso de ver aqui as mulheres que tenho como referência, o que me interessa é que o Carlos escreva sobre nós MULHERES.
ResponderEliminarUm abraço da amiga de longe, Teresa
Carlos, não compreendo essa refência às mulheres que chegadas ao poder se transformaram em déspotas. Qual é o espanto? E não há homens que parecem uma coisa e depois saem outra? nem precisamos de atravessar a fronteira para fazer a prova dos nove...
ResponderEliminarIsso com tomates e ovos podres é um bocadinho mais difícil... virtualmente! :)
ResponderEliminarMas vamos esperar para ler a história dessas mulheres ou das outras que exageraram na equiparação entre os géneros, que depois cá estaremos para elogiar ou criticar, se for caso disso! :D
ps - por acaso a mim chateiam-me imenso as mulheres que quando chegam ao poder são iguais ou piores que homens, tanto na Merkel (com ou sem hormonas masculinas), como na Thatcher, como noutras da mesma índole. Mulheres de ferro uma ova - desde quando é que a insensibilidade completa e a teimosia são dignos de admiração??? :P
De mim não leva de certeza :)
ResponderEliminarPois sei que tem bom gosto.
Fico à espera.
beijinhos
Algumas mulheres ainda pensam que têm que provar que são tão competentes como os homens. A Thatcher travou uma luta constante. Talvez isso as induza ao “despotismo”... : )
ResponderEliminarFico curiosa para ver quem escolhe :)Já pensou bem que essa escolha dirá tanto de si ;)
ResponderEliminarEstou a brincar . Mas falando a sério sou totalmente contra a ideia da "igualdade que se quer estabelecer por decretos e cotas".....Viva a diferença , ela faz a nossa força e o nosso charme -:)