Hoje é um dia atípico. Reconheço alguma importância ao roteiro do interior do Seguro e começo a acreditar que, graças à figura de palhaço que Relvas aceitou assumir neste governo, o Álvaro ainda vai passar de vilão a herói.Como é possível um país europeu ter um Relvas como ministro?
É um país que adora "relvados"...:-))
ResponderEliminarÉ o mesmo que tem um Passos, são cara o coroa. Entre as palhaçadas de um e a exasperante falta de estatura política do outro venha o diabo e escolha. Os dois parecem saídos de uma cena de Robertos de feira.
ResponderEliminarTalvez do mesmo modo que é possível ter um "cavaco" a P.R.? Ou um pasquim como o Correio da manha ser o mais lido no país?
ResponderEliminarMistérios da mente dos portugueses....
Como é possível termos chegado aqui é que continua a fazer-me uma espécie do caneco.
ResponderEliminarO Relvas assumiu o cargo de caceteiro mor do governo: é zurzir em todos que não concordem a 100% com as suas medidas (o que é o mesmo que dizer: praticamente em toda a gente!) e ainda ir inventando umas comissões para ocupar os "boys"... Não sei o que Coelho faria sem ele! :P
ResponderEliminarA opereta precisa de personagens destes!!
ResponderEliminarouço dizer que a arte circense anda em baixa. Alguém tinha de promover a coisa, não é? E que bem se tem saído no seu papel de embaixador da palhaçada...
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