quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Perguntar não ofende...

Quando é que Nuno Crato tornará obrigatório o ensino de alemão?

Falhas de memória

Cavaco Silva não se lembra de um governo que tenha sido mais escrutinado do que este
O PCP não se deve lembrar que o muro de Berlim já caiu e votar contra um voto de pesar pela morte de Vaclav Havel deve ter sido apenas lapso de memória.
O tio alemão anda a atacar algumas cabeças da política nesta quadra natalícia. Faço votos para que o Pai Natal lhes traga um bom vitamínico que os ajude a recuperar a memória.

Então umas boas férias !


A AR fecha amanhã e só volta a trabalhar no dia 3 de Janeiro.   Mais uma semaninha de férias para os senhores deputados que, este ano, devem ter tido uns seis meses de férias. Eu compreendo… os homens ( e mulheres) esfalfam-se a trabalhar.  Aliás as tarefas são tantas, que só em 2012 vão ter  tempo para  aprovar a redução das férias dos trabalhadores  e obrigá-los a trabalhar mais 23 dias por ano à borla.
Quando for grande também quero ser  deputado.

Prendas de Natal




Depois de o Pai Natal ter passado por aqui na madrugada de ontem  a deixar estes sapatinhos, esta manhã trouxe mais estas prendas originais. Espero que gostem, ma se não gostarem, amanhã há mais...

O fim de um mito

Durante algum tempo, muita gente acreditou que se o mundo fosse dirigido por mulheres seria melhor.
Confesso que apesar da admiração que tenho por Cristina Kirchner , fiquei escaldado com a senhora Thatcher e sempre coloquei algumas reticências à possibilidade de as mulheres serem capazes de transformar o mundo, tornando-o melhor.
A contabilista química alemã , com todo o seu egoísmo, confirmou a minha desconfiança. Uma mulher que obriga os países pobres a empobrecer ainda mais, para defender os seus interesses , esquecendo que se não fosse a solidariedade europeia, a Alemanha nunca se teria levantado depois da segunda guerra mundial, não pode ser boa rês.
É certo que a feminilidade de Merkel é pouco perceptível mais fazendo lembrar, pela sua indumentária e postura, uma ex- funcionária da Stasi ressabiada.
Ainda pensei que Merkel poderia ser, a par de Thatcher , apenas um desvio hormonal da espécie, construído por um robô diabólico, apostado em desacreditar as capacidades dirigentes do sexo feminino mas há dias, do outro lado do Atlântico, eis que outra mulher deu sinais de insanidade mental: Hillary Clinton.Do alto de um pedestal de nonsense, a mulher do adúltero BIll insurgiu-se contra a “fraude” eleitoral nas eleições russas, reclamando novas eleições.
Talvez até tenha razão, mas não tem é qualquer legitimidade para se manifestar. Terá Hillary Clinton esquecido que George Bush também chegou ao poder graças a uma fraude eleitoral nos EUA? Não lhe terá nunca ocorrido, que se Bush não se tivesse tornado presidente graças a uma batota eleitoral, muito provavelmente não teria havido 11 de Setembro, nem guerra do Iraque e o mundo hoje poderia viver com mais paz, sem crise económica e sem tantas convulsões sociais?
Hillary devia olhar para o seu país antes de atacar os outros por eventuais fraudes em que os EUA, por acaso, até foram pioneiros. Até tremo ao imaginar como poderia ser neste momento o mundo, se Hillary tivesse ganho a corrida a Obama, ou Sarah Palin tivesse chegado à Casa Branca.
Não, minhas amigas e meus amigos, o mundo não será melhor quando for governado por mulheres, por uma simples razão: chegadas ao poder, agem como homens e têm tendência a resolver os problemas utilizando a força dos seus cargos. Como o fazem, aliás, algumas mulheres que ao longo da vida conheci em lugares de chefia. Quando não dominam as matérias e são confrontadas com erros, reagem com a força da autoridade que o cargo lhes confere. Não me parece que haja diferença entre homens e mulheres nesta matéria. Quando não têm razão, utilizam a força. Das armas, ou do cargo que ocupam. O poder nunca foi sexy.

Deixem passar os blues (18)


Não estou muito de acordo com a Lizzie mas... digam as leitoras de sua justiça!