terça-feira, 2 de agosto de 2011

Queremos este gajo ministro das finanças, já!

Na impossibilidade de Vale e Azevedo ocupar a pasta de ministro das finanças, por se encontrar em parte incerta, proponho que o lugar seja entregue, de imediato, a Luís Filipe Vieira. Quem consegue fazer este belo negócio, de certeza que teria vendido o BPN no mínimo por 2,5 mil milhões de euros, poupando imenso dinheiro aos portugueses, obrigados a contribuir para o banco dos amigos de Cavaco, com 2,4 mil milhões. Quem faz o abaixo assinado a reclamar "Vieira para as finanças já?"

Amanhã digo-te por música



Os motoristas do secretário de Estado da Cultura serão, porventura, os melhores motoristas portugueses. Verdadeiros Fângios do século XXI. Mas isso justificará que a Secretaria de Estado da Cultura lhes pague mais de 1800 euros por mês ?( fora as horas extraordinárias, é evidente...)

E que dizer da chefe de gabinete do ministro da economia que aufere mais de 5800 euros?

Quero usufruir da sensação de ser conduzido por um motorista do Viegas. Deverão ter algo muito especial, para ganharem quase o quádruplo dos motoristas de Passos Coelho e serem, muito provavelmente, os motoristas mais bem pagos do país.

No tempo de Sócrates, Coelho teria apelidado estes vencimentos de "despesismo". Agora chama-lhes competência. Força, sr. PM, está no bom caminho para se estampar. O melhor é pedir ao Viegas que lhe empreste um motorista. Sugiro que lhe peça o sr Viola, porque além de ser um jovem de 21 anos que certamente servirá de exemplo para a geração à rasca , ainda lhes pode explicar, com música, como conseguiu um emprego tão simpático.



Afinal, o mundo não acaba hoje!






As agências de rating e a comunicação social andaram durante semanas a anunciar o fim do mundo para o dia 2 de Agosto (hoje). Em causa, o desentendimento entre democratas e republicanos sobre o aumento da dívida americana. Já todos conhecem os contornos da história, por isso, adiante…

O que me parece importante salientar, em todo este imbróglio, é o facto de o acordo entre republicanos e democratas ter sido sistematicamente boicotado por uma minoria de 40 radicais que integram o Partido Republicano, eleitos sob o chapéu do Tea Party. Foram eles que colocaram os maiores obstáculos a John Boehner ( líder dos republicanos) e sucessivamente inviabilizaram o acordo.

Muitos comentadores viram na posição dos membros do Tea Party um ataque a Obama, na tentativa de inviabilizar a sua reeleição em 2012. Parece-me uma análise lógica, mas simplista. Na verdade, em todo este processo, o Tea Party tentou o 2 em 1: derrotar os democratas e ganhar força dentro dos republicanos, de modo a neutralizar os mais moderados ( se é que se pode falar de moderação nos republicanos…)

O acordo, alcançado in extremis, permite a Obama um respiro de alívio, mas não será por muito tempo. No próximo ano o Tea Party vai extremar posições e jogar o tudo por tudo. Obama não terá vida fácil, mas os republicanos também não poderão ficar descansados. Estão agora a perceber que serviram de barriga de aluguer a um grupo de extremistas radicais que apostam no “quanto pior melhor” e não hesitarão em matar politicamente o”pai” para atingirem os seus objectivos.

Foi esta lufada de ar fresco do Tea Party que encantou José Luís Arnaut, como devem lembrar-se…

As praias da vida dos outros (8)



Champagne na praia? Porque não? A história que o Paulo nos traz, da praia da vida dele, além de ser uma bela história de amor, está ligada a um aniversário. Já estão fartos de enigmas? Então vão até ao gabinete do Paulo desvendá-los e aproveitem para fazer um brinde.

Da transparência ( parte II)

Não sou pessoa para me preocupar com os vencimentos dos outros e deixei-o claro neste post.

No entanto, quando o governo é tão transparente a divulgar os vencimentos dos seus assessores, especialistas e secretárias e não utiliza o mesmo critério em relação aos boys que nomeou para a Caixa Geral de Depósitos, fico com a sensação de que está a esconder alguma coisa. A bem da transparência, da equidade, e da ética social, seria bom que o governo esclarecesse os critérios que o levam a divulgar os vencimentos da arraia miúda e não proceder da mesma forma com os tubarões.

Sucessos de Verão ( 12)


Os leitores já terão percebido que esta rubrica, mais do que recordar sucessos de Verão, tenta ir ao baú das recordações repescar nomes esquecidos. É o que faço hoje, conciliando um nome esquecido com um sucesso inesquecível.

Quem é que se lembra do Pat Boone e deste rato atómico que animou vários Verões?