sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Devagar, devagarinho e bem aconchegadinhos

Que os coelhos não gostavam de lebres, já eu sabia, agora que fossem apreciadores de sardinha em lata nunca me tinha passado pela cabeça! Mas, pensando melhor, devia andar distraído, porque não me lembrei que sempre que o governo fala em cortar despesas, aumenta as lotações. Já tinha sido assim com as creches, os lares de idosos e as salas de aula...



No entanto gostaria que o senhor primeiro ministro respondesse a uma pergunta: quanto custou o estudo? É que eu, sem perceber nada de transportes, mas não sendo tão cretino como os autores, seria capaz de fazer o mesmo e muito mais barato.

9 comentários:

  1. É que assim aconchegadinhos nos lares, nas creches, nas aulas, e também no metro, vamos mais quentinhos e poupa-se no aquecimento...

    Filhos da mãe! Também deviam pô-los a ir para os ministérios aos cinco em cada carro - se possível num Fiat 600!

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  2. Pois claro, as latas de sardinha em que eles se deslocam têm uma estrelinha no capôt, ou no minimo
    quatro argolas olimpicas...
    Era pô-los a ir de burro para os ministérios, as jantaradas, e as casas noturnas...

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  3. Não é no Japão que usam os “empurradores” (?) nas estações do metro? : )
    Novos postos de trabalho...

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  4. O estudo deve ter sido obra de algum amigalhaço, daqueles que andam sempre de popó à nossa custa... :P

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  5. Assim, ao calhas, serão capazes de eliminar as carreiras lucrativas e deixarem as que andam às moscas. Dependerá só do horário? Iremos deixar as cidades vazias à noite, para se tornarem cidades fantasmas entregues à vagabundagem e os bandidos? Assim qualquer palhaço diminuirá despesas, mas pode não diminuir custos e não aumentar receitas. Esta gente é tão anormal que eu tenho vergonha do que está a acontecer, sem ter culpa nenhuma.

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  6. Carlosamigo

    Discordo da nossa Carol: eles são é filhos da prostiputa!

    E já que se trata de transporte, permito-me sugerir que alinhassem nisto e estivessem, cito de memóriatranscrevo,
    Durante 520 dias fechados numa "nave" simulada no Instituto de Problemas Biomédicos de Moscovo. Fingindo que seguiam viagem para Marte. O objectivo era perceber até que ponto o ser humano aguentaria a viagem que nos ligaria ao planeta vermelho, ao longo de nada mais nada menos do que 520 dias.
    E sem subsídio de Natal nem 13º mês.

    Abç

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  7. A comissão que propõe estas medidas é presidida por Pedro Gonçalves, um gestor de topo que abandonou a presidência da Soares da Costa antes que o despedissem pois não atingiu os objectivos previstos. Deve ser um amigalhaço do Ministro da Propaganda, Miguel Relvas.

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  8. Um dia far-se-á a história das ligações menos claras do Estado com certs gabinetes e sociedades de advogados!

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