Apesar de alguma insensibilidade social, Sócrates anunciava as medidas de austeridade ao lado do seu ministro Teixeira dos Santos. Assumia a responsabilidade.
Passos Coelho manda Vítor Gaspar anunciar as medidas ao país e pira-se. Ou vai de férias para o Algarve, ou fazer turismo pela Europa. Fala aos portugueses de longe, manda atirar a pedra e esconde-se atrás de uma árvore, à espera das reacções.
Dir-me-ão que os resultados são os mesmos para os portugueses. Serão...mas prefiro ter como primeiro-ministro um homem que assume a responsabilidade pelas medidas tomadas aum outro que não se assume e se desculpabiliza, dizendo que as medidas que está a tomar não são da sua responsabilidade. Então são de quem?
Toda a razão!! Não sei se é para não esgotar a imagem do primeiro ministro, ou covardia... seja como for, cai mal. ou antes... ainda piora tudo...
ResponderEliminarFaz lembrar o meu chefe. Vai sempre de férias quando o trabalho aperta e eu é que me lixo.
ResponderEliminarQuem nos governa é a Troika.
ResponderEliminarOs outros são marionetas.
Aparecendo ou não aparecendo, as mensagens cá vão chegando... e cada vez piores...
Podemos 'matar' os mensageiros?
Carlos
ResponderEliminarEssas coisas têm nome: Cobardia.
Eu defendi ontem a tese de que o
o Vitor Gaspar é o homem contratado para fazer o trabalho "sujo" e na primeira remodelação, salta fora. Parece-me que é estratégia.
Entre um e outro.....
ResponderEliminarJá tinha reparado...até parece que o nosso PM é o ministro Vítor Gaspar!
ResponderEliminarEu posso não ser uma grande entendida da ciência política portuguesa, mas a verdade é que, apesar de ser perfeitamente visível o que o governo de José Sócrates fez ao país, a verdade é que ele tinha o dom da oratória. E sim, era um homem que assumia as medidas que tomava, apesar da contestação que sabia gerar. O melhor será fazer um aviãozinho de papel com as medidas e mandá-las pelo correio a todos os portugueses. Já agora, sem serem assinados.
ResponderEliminarBeijinhos=)
Patrícia
Concordo, é difícil encontrar argumentos num estilo de escrita que me agrada bastante… penso que a máquina partidária, todo o sistema de marketing faz por salvaguardar a imagem do Primeiro Ministro. A escolha mais fácil tem sido a de “lançar às feras” um Ministro que desafia os jornalistas com uma linguagem demasiadamente hermética, ao mesmo tempo que tem estado a “aguentar” o forte impacto dos meios de comunicação social… não acredito que se mantenha em funções até ao fim da legislatura, não penso que o desgaste pessoal e de imagem seja humanamente possível a este ritmo.
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