
Fiquei surpreendido, quando a rosaamarela confessou que a praia da infância dela tinha sido Zahara de Los Atunes. É que, apesar de conhecer bem Espanha, como aquela zona é muito ventosa, nunca explorei muito. Só há meia dúzia de anos passei por lá pela primeira vez e pensava que era uma praia que só recentemente se começara a desenvolver. Aliás, até fiquei a dormir lá e gostei muito! Gostava que a rosaamarela nos descrevesse as suas memórias daquela praia onde, ao que parece, terá vivido momentos muito agradáveis...
Bem cá estou :)) pelo que vejo por aqui fala-se de praias. é uma excelente ideia, porque os restantes temas são demasiado deprimentes. Vou ver se ganho inspiração para aderir a este repto e falar da minha praia em Moçambique...
ResponderEliminar:))
Ainda há praias amarelas com rosas
ResponderEliminare eu não sabia
se ainda são de areia
Carlos
ResponderEliminarPois é mas a "rosaamarela" agora está de férias, quem sabe ela não vai descobrir uma outra praia para descrever as suas memórias.
Abraço
Deculpe de usar seu cantinho para dar as boas vindas à nossa amiga amiga ariel que está de volta.
Pois fui até lá e não vi a praia...
ResponderEliminarAfinal onde fica?
Galiza?
Não gosto muito de falar do passado, costumo dizer que o meu passado acabou ontem à meia-noite,
ResponderEliminara praia da minha infância foi a Praia dos Coelhos (Gálagos- Arrábida), com vistas para o Outão
e Praia da Tróia, de inverno ou verão o meu pai que tinha nascido e vivido longe do mar pegava em nós e alá praia ….
“Por entonces tinhamos um Citroen boca de sapo, com uma bagageira onde cabia tudo, num pis plás metíamos umas latas de conserva, uns calções, uns bikinis e os velhos blusões de cabedal que tínhamos comprado numa daquelas idas loucas a Tanger, foi aí depois de um banho nocturno na piscina do hotel El Minzah, embriagados pelo erotismo das dançarinas do ventre, que fizemos amor pela primeira vez.
Fazíamos a travessia do Alentejo em direcção a Sevilha de noite, gostávamos de parar nas bombas de gasolina e jogar naquelas máquinas de jogos que havia nos bares que ficavam abertos toda a noite, gostavas de ver como os camionistas e a fauna nocturna me miravam.
Pernas ao léu, descalça, com um sentimento de liberdade que só o amor dá, cantávamos canções de
partir el corazón, sul americanas, misturadas com as dos Bee Gees e dos Beatles.
Chegávamos pela manhã, corríamos ao areal e nadávamos nus, com uma alegria desenfreada de quem está apaixonado, aquelas viagens nocturnas faziam-nos sentir cúmplices.
Depois eram dias e noites de amor e jantares românticos nos chiringuitos (bares de praia).
Mas isto já foi no final da minha adolescência…
Neste dia, foi na praia que a vida me fez sentir como é o amor.
ResponderEliminarRosaamarela:
ResponderEliminarPodia ter feito um belo post com este seu comentário!
Nem imagina as memórias que me despertou de outros episódios passados por paragens próximas...
Rosa dos Ventos
ResponderEliminarFica no sul, perto de Algeciras
e fiz!
ResponderEliminarvá la ver s.f.f.
abraço
Em Sevilha, deixe a auto-estrada, siga para Jerez de la Frontera, San Fernando, deixe e Cádiz à sua direita e siga para Los Canos de Meca, Barbate e ZAHARA DE LOS ATUINES são kms e kms de rancheras… bom peixe e bom marisco.
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