O que mais me entristece e revolta, neste momento que o país atravessa, é constatar que foi a esquerda que pôs lá este governo. Não acredito que os dirigentes do BE e do PCP sejam tão ingénuos, ao ponto de pensarem que a maioria dos descontentes com o PS ia votar neles...
Tem resposta para isto: se, por hipótese, continuasse ainda Sócrates e o PS no Governo, o que seria diferente?...
ResponderEliminarUmas bestas!
ResponderEliminarÓ Belogue, desculpe lá, mas seria bem diferente! Bem diferente, garanto-lhe, que pior que estes coelhinhos da Páscoa com cara e ideoloia de escuteirinhos da treta não há!
Se recuarmos no tempo,e percebermos o que se passou entre o período que mediou entre 1985 e 1995 durante os XI E XII governos constitucionais presididos por Cavaco Silva, talvez consigamos perceber que a doença do país não é só devido à governação Socialista dos últimos 6 anos!
ResponderEliminarÉ bom não esquecer o " fartar vilanagem " que decorreu da assinatura do Ato Único Europeu em 86,e por inerência a adesão à CEE.
Agora estamos "todos" a pagar a fatura dos anos de farturanga, ouro incenso, mirra, e mel a escorrer pelas ruas... A fatura demorou mas chegou.
Santos de Pau Oco, é o que não falta neste maravilhoso e maltratado país à beira-mar plantado ...
Carlos sabe bem que há coisas que não se trocam por votos e gostaria de o ver explicar a diferença entre Sócrates e Passos. Os dois ficarão na história exactamente pelos mesmos motivos.
ResponderEliminarCarlos
ResponderEliminarSó me apetece trancrever aquele ditado: quando a cabeça não tem juizo, o corpo é que paga".
No entanto esta questão merece uma discussão mais aprofundada.
Assumo que fui dos que me fartei de José Sócrates. Penso que só por ingenuidade alguem pensaria que fosse possível terminar a legislatura. Tambem estava claro que a derrota de Sócrates era mais que obvia.
Culpados há muitos. Mas sou dos que pensa que os principiais foram os homens do PS que deixaram que o Partido perdesse a sua matriz e vivesse um verdadeiro culto da personalidade até à humilhante derrota de 5 de Junho.
Satisfeito com a actual situação é evidente que não. Vou ficar à espera para ver os resultados? Tambem não!
Não gostava do Socas...
ResponderEliminarMas este coelhinho da Páscoa está a fazer aquilo que o Socas, em nome da esquerda, teria de fazer.
Assim espero que os portugueses descubram o que é a direita no governo.
A direita - e não a falsa esquerda - que faça a politica de direita.
Claro que isto não tem emenda, enquanto se olhar apenas para pessoas e nomes, posturas e dizeres.
ResponderEliminarQuem podia esperar que um partido de esquerda podesse subscrever uma politica que sucessivamente se afirmava cada vez mais à direita?
Desde que o PSD perdeu o poder, (e nos intervalos em que o não teve)não se inflectiu na linha económica, no combate à corrupção e às desigualdades. Ao contrário, com estilos diferentes tudo de essencial que devia ter-se modificado não o foi. Mais recentemente, face à crise, o que se propunha de diferente? O PS assinou coerentemente o que já tinha proposto... Se havia alternativas porque não as defender? Acho que perder a verticalidade para estender a mão ao voto, mandar-me-ia a mim para a marginalidade da abstenção. Compreendeu? Ou não?
A coerência tem preço elevado? Pois tem... Sei-o melhor que ninguém...
Salvoconduto:
ResponderEliminarAs difereças, já o escrevi aqui várias vezes, não serão muitas, mas isso ainda me deixa mais perplexo. Não sendo para melhorar, qual a vantagem de derrubar o governo?
Rogério Pereira:
ResponderEliminarNão é uma questão de verticalidade, me desculpe...
Aqui o que se tratou foi de alguma irresponsabilidade. Está por provar se teríamos por cá a troika, no caso de o PEC IV não ter sido chumbado
Não foi a primeira vez nem será a última, Carlos, a História está cheia de exemplos desses, não é novidade, infelizmente....!
ResponderEliminarEstamos de acordo... La Palice diria: Que falta faz quem já lá tem quem bem o faça?
ResponderEliminarVá dizendo as diferenças entre o programa da troika e o PEC IV (o qual eu nunca votaria