O Adriano Celentano, o Domenico Modugno, o Renato Carosone, o Marino Marini, a Gigliola Cinquetti, gente que encantou a minha geração - e até cantei algumas coisas de alguns, no Quinteto Académico do Lyceu Camões. É assim que está na frontaria dele.
Muito obrigado pelo que me fazes reviver, a este velhadas que completa 70 - setenta, sublinho no dia 20 deste mês de Setembro que está a entrar. Não te esqueças, por mor da prenda...
Obrigado pela tua visita; mas na nossa Travessa publiquei ontem uma coisa sob o título de CASTANHAS E JAVALI, reflexo do passeio transmontano que a Raquel e eu fizemos. Oxalá não seja indigesto...
O meu primeiro carro, Carlos. Comprado há 30 anos com um custo brutal de 9 contos. Depois de reparado, 35 contos. Que me fez companhia durante 4 inesquecíveis anos e que, no final, "bebia" dois garrafões de água entre Coimbra e a Figueira. Matrícula HI - 53 - 25.
Henrique Amigo Não tens nada que agradecer...é um prazer ver-te por aqui. Já estive a deliciar-me com os manjares transmontanos e deixei uma marca na Travessa. Vais fazer 70? Que importa se continuas com esse espírito jovem? Claro que era melhor teres 30 mas, como dizia a minha avó " quem não come por já ter comido.." Não prometo prenda, mas se me deres uma pelo meu 4º aniversário, a comemorar no dia 4 de Setembro, vou pensar nisso :-)) Abraço
Pedro Também foi o meu primeiro carro, mas já não me lembro da matrícula, nem de quanto custou ( aliás comprei-o a meias com o meu irmão...) Peço-lhe um favor, Pedro... Conte uma das suas recordações do FIAT 600 às nossas amigas Teresa, Luz e Catarina. Com picante, sff :-)
Barbosamigo
ResponderEliminarO Adriano Celentano, o Domenico Modugno, o Renato Carosone, o Marino Marini, a Gigliola Cinquetti, gente que encantou a minha geração - e até cantei algumas coisas de alguns, no Quinteto Académico do Lyceu Camões. É assim que está na frontaria dele.
Muito obrigado pelo que me fazes reviver, a este velhadas que completa 70 - setenta, sublinho no dia 20 deste mês de Setembro que está a entrar. Não te esqueças, por mor da prenda...
Obrigado pela tua visita; mas na nossa Travessa publiquei ontem uma coisa sob o título de CASTANHAS E JAVALI, reflexo do passeio transmontano que a Raquel e eu fizemos. Oxalá não seja indigesto...
Abç
Pois bem, esta canção de Adriano Celentano até eu a conheço.
ResponderEliminarDos Fiat 600 não tenho nem boas nem más recordações: não tenho NENHUMAS recordações!!!
Essa eu não conhecia...
ResponderEliminarNem o Fiat 600 :((
Beijinhos
Luz
Nenhumas recordações! : ( Que pena!
ResponderEliminarO meu primeiro carro, Carlos.
ResponderEliminarComprado há 30 anos com um custo brutal de 9 contos.
Depois de reparado, 35 contos.
Que me fez companhia durante 4 inesquecíveis anos e que, no final, "bebia" dois garrafões de água entre Coimbra e a Figueira.
Matrícula HI - 53 - 25.
Henrique Amigo
ResponderEliminarNão tens nada que agradecer...é um prazer ver-te por aqui. Já estive a deliciar-me com os manjares transmontanos e deixei uma marca na Travessa.
Vais fazer 70? Que importa se continuas com esse espírito jovem? Claro que era melhor teres 30 mas, como dizia a minha avó " quem não come por já ter comido.."
Não prometo prenda, mas se me deres uma pelo meu 4º aniversário, a comemorar no dia 4 de Setembro, vou pensar nisso :-))
Abraço
Ematejoca
ResponderEliminarNão sabe o que perde por não ter recordações dos FIAT 600! Olhe, o Pedro Coimbra talvez lhe possa contar algumas...
Luz
ResponderEliminarO Fiat 660 é aquele carrinho que aparece no video. Qanto a não conhecer a canção é que é imperdoável...
Catarina:
ResponderEliminarNem umazinha para amostra?
Pedro
ResponderEliminarTambém foi o meu primeiro carro, mas já não me lembro da matrícula, nem de quanto custou ( aliás comprei-o a meias com o meu irmão...)
Peço-lhe um favor, Pedro... Conte uma das suas recordações do FIAT 600 às nossas amigas Teresa, Luz e Catarina. Com picante, sff :-)
Carlos,
ResponderEliminarNem umazinha para recordar! Que sensaboria!
Fico à espera de um relato bem promenorizado do Pedro! : )
Está combinado.
ResponderEliminarVou contar algumas histórias sobre o inesquecível Fiat 600.
Gostei dessa...e o que acontecia dentro dos automóveis morria dentro deles.O Fiat aqui quando chegou já era 147.
ResponderEliminarPromenorizado?! Oh, Catarina! dedos atabalhoados na altura, por certo!
ResponderEliminarJá está!!
ResponderEliminarUm abraço