Sexta-feira, 19 de Agosto de 2011

Os montes de Hermínio



Começou no último fds a Liga, mas alguns comentadores futeboleiros parecem apostados em desviar atenções para casos colaterais que nada têm a ver com futebol. É o caso de Hermínio Loureiro, ex-presidente da Liga (de má memória) e possível candidato à presidência daFPF. Pois este homem, que o governo gostaria de ver à frente dos destinos da cúpula do futebol, continua a demonstrar uma preocupante insanidade. Misturando alhos com bugalhos, HL vem exigir mão pesada para o agressor de Pedro Proença. Pouco lhe importa que a agressão a Pedro Proença, apesar de perpretada por um adepto do Benfica, nada ter tido a ver com questões desportivas. Foi um problema entre cidadãos, em nada relacionado com futebol, mas sim com questões do foro privado.



Hermínio Loureiro não faz a destrinça e mete tudo no mesmo saco. Pede justiça exemplar em nome do futebol, para um caso que nada tem a ver com justiça desportiva e, repito, foi apenas uma espécie de ajuste de contas do foro privado. Pobre futebol português, se esta rechonchuda criatura for escolhida para presidente da FPF...


3 comentários:

  1. Carlos,
    Como alguém bem escreveu, não trata de um adepto benfiquista.
    Trata-se de um membro do clubes dos selvagens.
    Que têm um clube só deles.
    O do Hermínio é outro - é o dos cretinos.

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  2. Pedro Coimbra:
    Tem toda a razão. Selvagens existem(infelizmente) em todos os clubes e presumo que o seu objectivo seja desacreditar o futebol. Deviam ser impedidos de entrar nos estádios.
    Neste caso concreto, tanto quanto julgo saber, a agressão nada teve a ver com coisas do futebol, mas com a dor sentida nas protuberâncias que, diz-se, emergem nas testas de maridos ( e mulheres) traídos. E mais não digo...

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  3. Não aprovo a agressão, mas, segundo o relato que li - creio que no DN - o Proença, quando o outro o insultou, pôs se a jeito, encostando a cabeça ao rosto do agressor (como gosta de fazer aos futebolistas, sabendo que eles não vão reagir).

    Estava à espera de quê? De uma carícia?

    João Figueiredo

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