Quando éramos um país pobre, os mais ricos ofereciam os livros e material escolar de que os filhos já não precisavam, aos mais necessitados. Hoje, que já somos ( ou éramos...) um país rico, o material escolar que deixa de ser preciso, é posto à venda em leilões na Net.
Não será esse mais uma moda virtual? Aqueles que imaginam que isso é estar antenado com o Cyber space?
ResponderEliminarCreio que ainda há os que oferecem livros. Afinal quem os ama verdadeiramente não tem coragem de leiloa-los.
Beijinhos de Vitória
Os meus livros da primária passaram para a minha irmã e depois para algum aluno que precisasse.
ResponderEliminarOs do ciclo passaram igualmente alguns para a minha irmã, mas já havia a mania de alguns professores escolherem outro manual.
Quando o meu filho entrou para a primária, dificilmente os livros passavam de mão em mão: não só porque também serviam de "caderno de exercício", como pelo facto de as escolas preferirem cada uma as suas editoras ou livros, mudando-os de 3 em 3 anos ou coisa. Era do consumismo, mas também um grande negócio para as editoras de livros escolares, suponho! ;)